Conselho Municipal aprova construção do estádio da Roma PDF Imprimir E-mail
O plenário do Conselho Municipal da capital italiana aprovou como “obra de interesse público” a construção do novo estádio da Roma, após um impasse no início do ano que obrigou o clube a refazer o projeto.   


Ao todo, votaram a favor da obra 28 conselheiros, outros nove votaram contra o projeto e um se absteve. A única sigla de oposição ao governo de Virginia Raggi, do Movimento Cinco Estrelas (M5S), a votar “sim” para a construção foi o Força Itália, partido liderado nacionalmente por Silvio Berlusconi.   


Agora, o projeto seguirá para a análise da Região de Lazio, mas também deve ser aprovado sem grandes problemas.   


“Tememos um obstrucionismo da região? Não vejo motivo para o qual a região se colocará de maneira hostil contra um projeto que, mais de uma vez, declarou que queria. Esperamos, ao contrário, um desenvolvimento rápido da conferência dos serviços”, disse o vice-prefeito de Roma, Luca Bergamo.   


A decisão do Conselho vem quase cinco meses após o início da polêmica entre o projeto do clube da capital e o governo Raggi.   


Antes de assumir o cargo, a obra já havia sido debatida com os governantes anteriores, que pertenciam ao Partido Democrático ao qual o M5S faz oposição.   


Após a rejeição da primeira versão pela Prefeitura, o clube refez o projeto sob orientação dos líderes municipais.   


O novo estádio não sofreu grandes alterações internas, mas houve a redução de 50% do chamado “business park” e a mudança das três grandes torres comerciais para prédios com menos andares. A previsão da finalização da obra está mantida para 2020 e a arena terá capacidade inicial para 52,5 mil pessoas sentadas, expansível para 60 mil, com cadeiras bem próximas ao gramado. Todo o complexo custará cerca de 2 bilhões de euros em investimentos, sendo que 400 milhões de euros serão apenas para a construção do estádio.

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