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ROMA PDF Imprimir E-mail

ImageBerço das civilizações ocidentais, é um dos destinos mais procurados do mundo, seja por sua história, cultura, religiosidade, gastronomia, moda, alegria ou por seus mistérios.

Roma é uma cidade onde a cada esquina existe algo de interessante, desde um prédio, uma fonte, passando por igrejas, pórticos, estátuas, até chegar às lojas, cantinas, tratorias e adegas.


ATRAÇÕES TURÍSTICAS EM ROMA


A Piazza Venezia, que será a base da saída dos 4 itinerários, é inconfundível pela presença do monumento em homenagem a Vittorio Emanuele II, o Vittoriano, que praticamente se debruça sobre a praça. Foi inaugurado em 1911, baseado num projeto de 1855 de Sacconi, hospeda a tumba do soldado desconhecido.


À direita está o Palazzo Venezia, cujo aspecto medieval foi suavizado pelas belas janelas e pórticos renascentistas. Dentro, pode ser visitado o museu com esculturas, tapeçarias, armaduras, obras em marfim, cerâmicas, tecidos e vidro, medievais e renascentistas. Em anexo, encontra-se a igreja de San Marco com uma bela fachada renascentista, e um interior barroco, onde se destacam o teto dourado (1410) e os mosaicos (séc. IX).


À direita da Piazza surge o Campidoglio, a mais famosa das sete colinas de Roma, a qual se sobe através da "Cordonata" um caminho desenhado por Michelangelo com amplos degraus. Encontram-se duas construções, a igreja de S. Maria Aracoeli, e a antiga sede o templo de Júpiter (509 a.C.), agora parte do Museu dei Conservatori.


A partir do séc. VI inicia a decadência da área, cujo visual atual deve-se a decisão tomada pelo Papa Paolo III de reformá-la, transportando estátuas, nivelando-a, e a reedificando. Michelangelo teve grande participação, inclusive a genial solução dos dois prédios, iguais e paralelos, mas levemente divergentes, que parecem aumentar o pequeno espaço da praça. Ao final dos trabalhos (1603), o sentido da praça parece inteiramente virado, está aberto para a cidade, e não mais para os foros romanos. O projeto de Michelangelo, levemente alterado, foi concluído em 1940, quando se realizou a pavimentação da praça, conforme seu desenho.


No Palazzo dei Musei Capitolini e Pinacoteca, está a mais antiga coletânea pública de obras de arte, iniciada por Papa Sisto IV em 1471, que se notabiliza pelas esculturas clássicas: a Vênus Capitolina, 65 bustos de imperadores, a Amazona ferida, entre outras.


Também o Palazzo dei Conservatori é sede de museu, cujas obras principais são duas estátuas em bronze: Lo Spinaio, séc. 1a.C., e a Lupa Capitolina, obra etrusca do séc. VI a.C., com os dois gêmeos, atribuída a Pollaiolo. Na pinacoteca estão obras do séc. XIV de Tiziano, Caravaggio, e Rubens.


Seguindo a esquerda, chega-se à antiga basílica de Sta. Maria in Aracoeli (séc. IV ou V), aonde Sibilla previu a chegada de Cristo a Augusto. Em 1250 os franciscanos a restauraram em estilo romanico-gótico. Na idade média foi considerada quase o Fórum de Roma, foi palco dos comícios de Cola de Rienzo. Atrás, à direita, estão três colunas do Templo de Vespasiano e o pórtico Dei Consentiti. Se passa também diante do Carcere Mamertino, antiga prisão romana, aonde teria sido preso São Pedro.


Chegamos à Via dei Fori Imperiali, grande artéria de tráfego aberta em 1932, após as demolições que abriram áreas de estudo das escavações dos "Fori Imperiali". Os foros imperiais foram construídos no fim do período republicano, quando perceberam que o Foro Romano ficou pequeno. O primeiro a ser construído foi o Foro di Cesare, inaugurado em 46 a.C. nas comemorações da batalha de Farsaglia. As três colunas pertencem ao Tempio di Venere Genitrice, 113 d.C.

Do outro lado da estrada está o Foro di Augusto, construído por uma promessa feita na batalha de Filippi, iniciou em 42 a.C., sendo inaugurado em 2 d.C.. Seguindo, encontramos a Casa dei Cavalieri di Rodi, construída na idade média, Foro Troiano, a Colonna Traiani e os Mercati Troiani,, que constituem o último e grandioso Foro Imperiale, construído entre 106 e 113 d.C. por Apollodoro di Damasco, sob as ordens de Traiano. Para encontrar o espaço necessário para a construção da Basílica Ulpia cortaram uma parte da colina Quirinale. Após o Foro di Augusto, podem ser vistos uns poucos restos do Foro di Nerva.


Voltando para o outro lado da estrada, encontramos o Foro Romano, que no séc. VI transformou-se em centro comercial e a seguir político. Na idade média, depois que muitos de seus monumentos foram transformados em igrejas, inicia seu período de decadência, até que em 1800 começa a ser conhecido como Campo Vaccino, por ser usado como pasto para as vacas. Ali podem ser vistos restos de vários monumentos: Tempio di Cesare, Basílica Emilia, etc... Ainda encontra-se intacta a Cúria, transformada em igreja na idade média, e restaurada em 1930 segundo a reforma feita no período de Diocleziano em 303 d.C.


Nas proximidades está o Arco di Settimio Severo, erguido em 203 d.C., e em frente está a Piazza del Foro, aonde surge a Colonna di Foca, de 608d.C., último monumento erguido no Foro. A seguir, encontramos 8 belas colunas do Tempio di Saturno, antiga sede do erário do estado. Aqui inicia-se um trecho da Via Sacra, que costeia a Basílica Julia, iniciada por Cesare, e da qual resta apenas o chão elevado. Virando para a direita chegamos a Santa Maria Antiqua, que surge no séc. VI numa construção imperial. Continuamos em direção ao Tempio di Vesta e a Casa delle Vestali, de onde, voltando à Via Sacra pode-se ver o Tempio di Antonino e Faustina. A seguir encontra-se o Tempio di Romolo (309 d.C.), à esquerda estão as ruínas da Basílica di Massenzio (306 d.C.), e finalmente o Arco de Tito, erguido em 81 d.C., aonde estão painéis esculpidos que ilustram o triunfo do imperador.


Subindo o Palatino, outra colina, aonde, segundo as tradições, Romolo fundou Roma, encontramos o Criptoportico, interessante galeria neroniana que conduz ao Tempio di Cibele. Chegamos a Casa di Livia, com suas salas decoradas com belas pinturas de 30 d.C., para em seguida chegar aos Palazzi dei Flavi. Logo após avistamos a Domus Augustana, residência particular, cuja fachada está de frente para o Circo Massimo. Seguindo o estádio construído por Domiziano, está o complexo das Terme Severiane.


Inicia-se a descida através uma área de escavações, e chega-se a Piazza S. Maria Nova, num terraço de frente para o Colosseo. Atrás esta a igreja de S. Francesca Romana, com uma fachada barroca e interior de mosaicos.


Eis o Colosseo, o anfiteatro Flavio, iniciado por Vespasiano e inaugurado por Tito em 80 d.C., foi destinado a espetáculos e combates que acontecem até o séc. VI. Formato elíptico, com uma circunferência de 527m, tem um muro externo alto 57m e dividido em 4 andares. Foi dividido com setores para o Imperador, para os Senadores, e diferentes categorias de público. A arena, tinha uma cobertura de madeira, que hoje não existe, e mostra os restos dos locais de serviço.


A poucos metros está o Arco di Costantino, erguido em 315 d.C. para comemorar a vitória sobre Massenzio. É o mais grandioso dentre os que restam em Roma, foi ricamente decorado com obras retiradas de monumentos do séc. II e III. Subindo o aclive da colina Oppio, aonde estão as ruínas da Domus Aurea e das Terme di Traiano, chegamos a igreja S.

Pietro in Vincoli, aonde se encontra o mausoléu de Giulio II, com a esplendida estátua de Mosé, feita por Michelangelo em 1514. Sob o altar principal, estão guardadas as correntes de San Pietro.


Voltando ao Colosseo, andamos pela Via S. Giovanni Laterano aonde vemos a modesta lateral da igreja de S. Clemente, cuja divisão em 3 edifícios sobrepostos, a torna numa das mais interessantes de Roma. Prosseguindo chegamos à Piazza di S. Giovanni Laterano, aonde desponta o mais alto obelisco da cidade. Encontramos o Palazzo Laterano, antiga sede dos Papas.


S. Giovanni é uma das 4 Basílicas Patriarcais de Roma, foi fundada por Costantino e restaurada por Innocenzo X a partir de 1647, contém um afresco de Giotto.


Fora dos muros encontramos o "Mercatino di V. Sannio", conhecido por suas barracas de roupas usadas. Descendo Via Amba Aradam chegamos às Terme di Caracalla (217 d.C.). Circundado por muros, encontram-se os 3 típicos locais das termas: o Frigidarium; o Tepidarium; o Calidarium, além de bibliotecas, e salões para várias finalidades.

Voltando em direção à cidade, percorremos o belíssimo Viale delle Terme di Caracalla, que atravessam o Parco di Porta Caperna, chegando ao Circo Massimo, o maior de Roma, com quase 500 m, construído no séc. II a.C. para corridas de carros.


Entrando à esquerda, no coração do Aventino, mais uma das 7 colinas de Roma, chegamos a S. Sabina, igreja que, após restaurações, é um perfeito exemplo de basílicas do séc. V.


Descendo em direção ao Rio Tevere, chegamos a um dos recantos mais pitorescos da cidade: a Bocca della Verità, que fica na fachada da igreja de S. Maria in Cosmedin. Diz a lenda que ela morde as mãos dos mentirosos... quem se habilita? Em frente a igreja estão o Tempio di Ercole, circular, e o Tempio di Portuno, retangular. Ao lado está uma praça na qual está o Arco di Giano, e atrás, o Arco degli Argentari, apoiado à fachada da igreja de San Giorgio al Velabro.

Prosseguindo, chegamos ao Teatro Marcello (13 a.C.), onde, ao lado, encontramos as 3 colunas do Tempio di Apollo Sosiano, atrás das quais está o Portico di Ottavia, irmã de Augusto. Um pouco a frente, está o antigo bairro que conserva o aspecto medieval, dominado pela cúpula da Sinagoga do séc. XIX. Voltamos assim à Piazza Venezia.

Aguardem os próximos roteiros.

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