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Soldados italianos mortos no Afeganistão haviam chegado de férias

Fabio Botto
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Soldados italianos mortos no Afeganistão
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Soldados italianos mortos no AfeganistãoOs soldados italianos que morreram na explosão de um carro-bomba no centro de Cabul, no Afeganistão, tinham entre 26 e 37 anos, e dois deles haviam voltado há pouco de férias na Itália. Uma das vítimas é o sargento maior Roberto Valente, que estava em sua última missão no Afeganistão.

https://www.provincia.biella.it/

 

Ele tinha conseguido uma transferência de Livorno, onde servia no 186º Regimento de Paraquedistas Folgore, para a prisão militar de Santa Maria Cápua Vetere, na província de Caserta. O objetivo era, depois de dez anos, ficar mais perto da família, que mora em Nápoles. 

Valente, de 37 anos, tinha acabado de voltar de 15 dias de férias e ficaria no Oriente Médio até outubro ou novembro.

 

"Meu marido era um paraquedista, estou orgulhosa dele", disse a esposa do militar, Stefania Giannatasio. Os dois tinham um filho de dois anos. O sogro do sargento, Giovanni Giannattasio, disse que antes de embarcar para o Afeganistão ele deixava transparecer que estava preocupado com a missão. "Roberto era sereno porque fazia seu trabalho, gostava de servir e sempre fez o melhor.

 

A preocupação transparecia, porque ninguém está tranquilo lá [no Afeganistão]. Infelizmente ele aceitou essa missão", lamentou. 

https://www.provincia.biella.it/

 

Também o primeiro capitão maior Massimiliano Randino tinha voltado de 12 dias de licença. No momento do atentado acabara de chegar a Cabul. Com 32 anos e casado há cinco, Randino era natural de Pagani, na província de Salerno. Tinha dez anos de serviço militar e estava em sua terceira missão no Afeganistão. 

O líder da patrulha era o tenente Antonio Fortunato, de Lagonegro, na província de Potenza. Tinha 35 anos e completaria dez anos de casado em dezembro. Ele e a mulher, a professora Gianna Passeri, tinham um filho de sete anos e moravam em Badesse, próximo a Siena, onde Fortunato servia. 

 

Outra das vítimas foi o primeiro capitão maior Giandomenico Pistonami, de 28 anos. Nascido em Orvieto, em Terni, mas tendo morado a vida toda em Lubriano, em Viterbo, estava noivo e esperava juntar dinheiro com o trabalho no Afeganistão para casar. 

Pistonami era filho único e morava com os pais na periferia de Lubriano. De acordo com um amigo da família, o soldado devia retornar em 40 dias para a Itália. Ele participava de missões no Oriente Médio há quatro anos. 
 

Em agosto, Pistonami deu uma entrevista à revista L'Espresso falando sobre seu trabalho no Afeganistão. Disse que sua função era a "mais importante" e perigosa porque era artilheiro — o homem que fica no topo do carro e por isso está mais exposto a ataques quando a patrulha sai. 

 

"Faço a escolta de materiais e pessoas. O meu papel é o mais importante da patrulha: tenho mais campo de visão e audição, com um gesto posso parar os carros que passam", declarou na ocasião. Neste atentado, porém, ele não conseguiu parar a Toyota branca que continha as bombas. 

Os soldados mais jovens eram o primeiro capitão maior Matteo Mureddu, de Oristano, de 26 anos, filho de um pastor e que deixa uma irmã e um irmão [também paraquedista da Folgore na divisão de Pisa]; e o primeiro capitão maior Davide Ricchiuto, também de 26 anos. 

 

Ricchiuto nasceu em Glarus, na Suíça, quando seu pai migrou para o país por um curto período. Hoje a família mora em Tiggiano, no sul de Salento. Ele era o motorista da patrulha. 

Além dos seis soldados mortos, há quatro italianos feridos — três deles pertencem ao 186º Regimento do Exército e o outro à Aeronáutica.

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