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Catolicismo Romano

CATOLICISMO ROMANO: Padre Jonas dos Santos Lisboa analisa o chamado “casamento gay”

Fabio Botto
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Análise do casamento gay, na visão do catolicismo
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Análise do casamento gay, na visão do catolicismoOs meios de comunicação que formam opinião, não medem esforços para incutir na sociedade a ideia de que o homossexualismo é uma condição normal da natureza, e que por isso mesmo, o chamado "casamento" gay deve ser aprovado e equiparado ao casamento entre o homem e a mulher.

Esta ideia está tão disseminada, que a pessoa que ousar discordar deste pensamento, é taxada de homofóbica.

Exige-se liberdade de expressão para todos, menos para os que discordam de teorias revolucionárias e libertárias. Tolhe-se hoje a liberdade de se pensar ou expressar qualquer ideia que contrarie a mentalidade pró união homossexual. Há uma ameaça até de sansão penal para quem falar contra a prática da sodomia.

Há um projeto de lei neste sentido. Os apresentadores dos diversos programas de TV, bem como os autores de novelas são industriados a criar um clima de normalidade de uma situação ou prática condenada pelas Sagradas Escrituras de maneira veemente e peremptória. Integrantes da classe política, tão desacreditada por agir por conveniência e não por convicção, também  fazem coro à classe de ativistas pela causa gay e se mobilizam para implantar no país o inusitado e estapafúrdico “casamento (sic) homossexual”.

O Conselho Nacional de Justiça já se antecipou à qualquer mudança na lei, obrigando os cartórios a realizarem estes “casamentos”! Até então se considerava como normal e natural a união de um homem e uma mulher, cuja finalidade precípua é a procriação e a educação da prole. 

A Igreja Católica que “prega a palavra, quer agrade, quer desagrade”, e que por isso mesmo teve que sofrer e sofre ainda muitas perseguições ao longo da sua história, é muito clara quando em seu Catecismo  diz que “A Tradição sempre declarou que os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados.

São contrários à lei natural…sob nenhuma circunstância podem ser aprovados” (n. 2357). A Igreja não faz outra coisa que reafirmar o que está contido também de maneira clara nas Escrituras. Sem citar textos do Antigo Testamento, poderíamos apenas aludir ao que está contido no capítulo primeiro da epístola de São Paulo aos Romanos (recomendo sua leitura). Por ser fiel à sua missão de evangelizar e pregar a verdade, poder-se-ia taxar a Igreja Católica de homofóbica? A Bíblia é homofóbica? A natureza que fez os dois sexos distintos, e somente dois, é homofóbica? 

A Igreja, no entanto, no citado Catecismo, se mostra compreensível e misericordiosa quando diz que os que apresentam tendência homossexual “devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta” (2358). O fato de se sentir atraído por algo proibido, não  justifica a prática do ilícito. Se assim não fosse, teríamos que aceitar além das práticas de sodomia, também as de pedofilia, zoofilia, necrofilia, etc.

Há um movimento internacional muito interessante chamado COURAGE, que congrega pessoas de diversas nações, idades e condição social, que têm a tendência homossexual, mas que conforme a orientação do Catecismo da Igreja Católica, vivem a castidade e tendem à santidade, sabendo que  a condição desta tendência constitui para a maior parte deles, uma provação (veja o n. 2359 do C.I.C.). Muitos deles chegam à recuperação total e constituem uma família normal e propriamente dita.

A moral cristã também exige a prática da castidade aos heterossexuais. Não é porque a pessoa sente atração pelo sexo oposto, que se lhe permite a fornicação, adultério, pedofilia, etc. O homem tem inteligência e vontade. Tem discernimento e liberdade, por isso não pode deixar-se levar por um instinto meramente animal. Os animais mais ferozes são domados. Porque então o homem não pode domar seus instintos desordenados? Só a fé e a práticas das virtudes cristãs podem sublimar a natureza decaída em consequência do pecado original. Sem religião o homem se torna pior que os brutos. Pior que a prática dos pecados contra a natureza, é a legalização e a equiparação da união de duas pessoas do mesmo sexo com o casamento tal qual Deus o instituiu ao criar o homem e a mulher, e que Jesus elevou à ordem dos sacramentos.

Padre Jonas dos Santos Lisboa é colaborador dos portais "Catolicismo Romano" e ´"Rádio Italiana". Pertence ao clero da Administração Apostólica São João Maria Vianney. Cursou Filosofia e Teologia no Seminário da Diocese de Campos dos Goytacazes. É titular da Paróquia de Nossa Senhora Aparecida e São Fidélis, na cidade de São Fidélis, no Rio de Janeiro. Responsável pela celebração da Missa Tridentina, na forma extraordinária em latim, do rito romano, na Capela de Santa Luzia em São Paulo. Email para contato: contato@catolicismoromano.com.br

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