
Fontes militares do departamento de falsificações de arte contemporânea do TPC relataram que os colecionadores, convencidos de terem feito "um bom investimento", adquiriram pinturas, litografias e desenhos falsamente atribuídos a Matisse, Magritte, Prampolini, Burri, Fontana, De Chirico, Guttuso, Sironi, Rotella, Migneco, Capogrossi, Gentilini e Boccioni.
As investigações surgiram a partir das verificações das transações feitas em populares sites eletrônicos e da comparação destas com arquivos e historiadores de arte, que levaram à denúncia de 12 pessoas pelo crime de falsificação e comercialização de obras de arte falsificadas.
Também se recuperaram as obras falsas colocadas à venda. Este é o resultado das investigações em curso há um ano e meio, coordenadas pelas procuradorias de Roma, Palermo e Siena.
Entre as obras apreendidas, duas pinturas antigas: um 'San Giovannino' falsamente atribuído a Guido Reni e colocado à venda por € 300 mil; e uma obra de Teofilo Patini, comercializada por € 600 mil e proveniente de um roubo em uma casa.
As falsificações, reproduzidas de acordo com as técnicas e os estilos dos vários autores, foram consideradas de "boa qualidade" pelos peritos.




