
"A decisão do juiz redimensiona os fatos, conduzindo a condições muito menos alarmantes em relação às projeções da acusação", explicouGaetano Balice, advogado de defesa de Lavitola.
"A hipótese criminal é, na minha opinião, fantasiosa e sem qualquer base na verdade", completou o advogado.
Lavitola já havia sido detido anteriormente sob a acusação de corrupção internacional envolvendo o governo do Panamá e de ter incentivado um empresário a mentir perante a Justiça no caso das garotas de programa levadas à casa de Berlusconi.
O empresário revelou ao Ministério Público de Nápoles, durante um interrogatório realizado em 25 de abril de 2012 em Poggioreale, que pediu dinheiro a Berlusconi através do presidente da Federação das Associações Sicilianas na América do Sul (Fesisur), Carmelo Pintabona, que foi absolvido no julgamento.




