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Catolicismo Romano

Fraternidade Sacerdotal São Pio X não é cismática – Por Juliano de Henrique Mello

Fabio Botto
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Introdução

Este artigo foi escrito, com base nos livros Catecismo Católico da Crise na Igreja, do Pe. Matthias Gaudron, e FSSPX – A Defesa, de Kennedy Hall, para ajudar aqueles que têm dúvidas, ou que estão sendo atacados com a falsa acusação de que a Fraternidade Sacerdotal São Pio X (FSSPX) está em cisma.

Contents
IntroduçãoO que é cismaA FSSPX reconhece o papa reinanteAs sagrações episcopais de 1988 não foram um cismaAs excomunhões foram levantadas em 2009A Igreja reconhece os sacramentos da FSSPXEm caso de necessidade, a Igreja supre a autoridadeA FSSPX não é uma igreja paralelaO ensinamento dos papas e doutores da IgrejaPor que tantos acusam a FSSPX de Cisma?Conclusão

Aqui, busco explicar de modo simples, direto e claro por que essa acusação é injusta, infundada e contrária à realidade.

https://www.provincia.biella.it/

O que é cisma

Cisma é quando alguém rompe com o Papa e com a Igreja. O Código de Direito Canônico (lei da Igreja) diz que cisma é “a recusa de submissão ao Papa ou de comunhão com os fiéis unidos a ele”. Ou seja, só é cisma quando alguém rejeita o Papa como Papa ou se recusa a estar na Igreja com ele.

Desobedecer em algum ponto não é, por si só, cisma. Os doutores da Igreja, como São Tomás de Aquino, explicam que a desobediência pode ser, em certos casos, um pecado, mas não necessariamente um cisma.

A FSSPX reconhece o papa reinante

A Fraternidade Sacerdotal São Pio X jamais negou a autoridade do Papa. Em suas missas, sempre se reza pelo Papa atual (algo que os sedevacantistas não fazem), como sinal claro de que reconhecem sua autoridade.

O que a FSSPX faz — e com razão — é resistir a certas decisões ou ensinamentos do Papa, quando se ameaça a Fé católica de sempre.

Isso é permitido. São Paulo resistiu a São Pedro (Gl 2,11) e os doutores da Igreja, como São Roberto Belarmino, ensinam que é legítimo resistir ao Papa quando ele erra.

As sagrações episcopais de 1988 não foram um cisma

Em 1988, o Arcebispo Marcel Lefebvre, diante de grave necessidade, sagrou quatro bispos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X sem mandato pontifício. Isso foi, sim, um ato de desobediência, mas não foi cisma. Ele mesmo deixou claro que não estava fundando uma nova Igreja. Disse que eles não tinham jurisdição ordinária, mas eram auxiliares na conservação dos legítimos sacramentos. O arcebispo fez questão de ressaltar que continuava unido a Roma e ao Papa.

Até o Cardeal Castillo Lara, responsável pelas leis da Igreja naquela época, disse: “Sagrar um bispo sem mandato pontifício não é, em si, um ato cismático” (La Repubblica, 07/10/1988).

https://www.provincia.biella.it/

O mesmo foi afirmado por grandes canonistas, como o Conde Neri Capponi.

As excomunhões foram levantadas em 2009

Mesmo que as excomunhões tivessem sido válidas, o Papa Bento XVI levantou oficialmente as excomunhões dos quatro bispos da FSSPX, em 2009.

Isso mostra que eles não estavam em cisma, porque, se estivessem, teriam que abjurar (renunciar publicamente a seus supostos erros) para voltar à comunhão — e isso não foi exigido.

A Igreja reconhece os sacramentos da FSSPX

O Papa Francisco reconheceu, formal e oficialmente, a validade e a liceidade das confissões e a celebração de casamentos pelos padres da FSSPX.

Ora, isso jamais seria permitido se eles estivessem em cisma. A própria Roma admite que há, sim, uma situação irregular, mas não cisma.

Em caso de necessidade, a Igreja supre a autoridade

O Direito Canônico ensina que, em caso de necessidade, a Igreja dá autoridade (jurisdição) a um padre que não a tem normalmente, para que ele possa ajudar os fiéis.

In casu, a crise que vivemos na Igreja — com erros sendo ensinados oficialmente por bispos e padres — cria essa situação de necessidade. Por isso, a atuação dos padres da FSSPX é válida, legítima e necessária para salvar almas.

A FSSPX não é uma igreja paralela

A Fraternidade São Pio X não criou uma nova igreja, não tem outro Papa, e nem rejeita o Papa atual. Não é como os protestantes, ou como os grupos que dizem que a Sé está vacante (sedevacantistas).

A FSSPX continua na Igreja Católica, sendo injustamente atacada por manter viva a Tradição, que tantos abandonaram.

O ensinamento dos papas e doutores da Igreja

O Papa Leão XIII, repercutindo seus antecessores, ensinou que não se deve obedecer a ordens contrárias à lei de Deus ou à doutrina da Igreja. Santo Tomás de Aquino ensinou que, quando está em risco a Fé, os fiéis podem — e devem — resistir até a um Papa.

Além disso, São Paulo resistiu a São Pedro, por causa do escândalo, e São Roberto Belarmino ensinou que é permitido resistir ao Papa se ele quiser destruir a Igreja.

Ou seja, esse ensinamento é parte da doutrina constante da Igreja.

Por que tantos acusam a FSSPX de Cisma?

Muitas vezes isso se faz por ignorância. Muitos repetem o que ouviram, sem estudar os documentos ou consultar a lei da Igreja.

Noutras vezes, isso se faz por medo de enfrentar a realidade, a saber, de que houve muitos erros no Concílio Vaticano II, e também após. Nestes casos, acusar a FSSPX de cisma é, um modo de desviar o foco dos verdadeiros problemas doutrinários em curso na Igreja.

Conclusão

A Fraternidade Sacerdotal São Pio X não é cismática. Ela reconhece o Papa, está dentro da Igreja, administra sacramentos válidos e lícitios, e luta, com coragem e caridade, para conservar a Fé católica de sempre.

O que ela faz – e com razão – é resistir aos erros modernos, não por rebeldia, mas por fidelidade. E isso, no fundo, é o que todos os católicos deveriam fazer.

Rejeitar a FSSPX por causa de falsas acusações é injusto. E propagar essas acusações sem estudo é calúnia. Que Deus nos dê luzes para ver e coragem para defender a verdade. A fidelidade à Igreja de sempre exige hoje coragem para resistir à confusão.

Que sejamos fiéis, não às modas passageiras ou à aprovação dos homens, mas à verdade imutável de Cristo, guardada pela Tradição.

Que este texto sirva para instruir, corrigir e confirmar na Fé os que buscam a verdade com sinceridade.

(Artigo escrito por Juliano de Henrique Mello)

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