Ao usar este site, você concorda com nossa política de Política de Privacidade e Termos de Use.
Aceitar
.:: Rádio Italiana ::..:: Rádio Italiana ::.
Font ResizerAa
  • INÍCIO
  • NOTÍCIAS
  • EDITORIAS
    • Catolicismo Romano
    • Variedades
    • Dicas Culturais
    • Festival di Sanremo
    • Folclore Italiano
    • Geografia da Itália
    • Gramática Italiana
    • Hino da Itália
    • História da Itália
    • Previdência Italiana
  • CULINÁRIA
  • ENTREVISTAS
  • MÚSICA
    • Música Italiana
    • Letras de Músicas
  • TURISMO NA ITÁLIA
  • BLOG DO BOTTO
Reading: Incertezas políticas na França geram preocupações na União Europeia
Compartilhar
Font ResizerAa
.:: Rádio Italiana ::..:: Rádio Italiana ::.
  • Insider
Pesquisar
  • INÍCIO
  • NOTÍCIAS
  • EDITORIAS
    • Catolicismo Romano
    • Variedades
    • Dicas Culturais
    • Festival di Sanremo
    • Folclore Italiano
    • Geografia da Itália
    • Gramática Italiana
    • Hino da Itália
    • História da Itália
    • Previdência Italiana
  • CULINÁRIA
  • ENTREVISTAS
  • MÚSICA
    • Música Italiana
    • Letras de Músicas
  • TURISMO NA ITÁLIA
  • BLOG DO BOTTO
Have an existing account? Sign In
Follow US
.:: Rádio Italiana ::. > Blog > Notícias > Incertezas políticas na França geram preocupações na União Europeia
Notícias

Incertezas políticas na França geram preocupações na União Europeia

Fabio Botto
Compartilhar
Compartilhar

A vitória inesperada da coalizão de esquerda nas eleições legislativas da França neste domingo (07/07) foi recebida de forma ambígua por líderes de outros países do continente. As reações foram de alívio, em função do freio à ascensão da extrema direita, mas também de preocupação, pois nenhum dos partidos ou coalizão, seja da esquerda ou de centro, conseguiu formar a maioria na Assembleia Nacional, equivalente a Câmara dos Deputados no país. Na prática, isso gera uma indefinição quanto ao nome do primeiro-ministro e à governabilidade francesa.

O porta-voz do chanceler federal alemão Olaf Scholz, Steffen Hebestreit, afirmou a jornalistas em Berlim que o temor de ver a frente ultradireitista Reunião Nacional (RN) no poder não foi concretizado. Por outro lado, ressaltou que “só o tempo dirá o que acontece com esse resultado” e cabe à França decidir. Após oprimeiro turno das eleições francesas em junho, quando a RN saiu na frente, Scholz havia ditoque uma possível vitória do partido liderado por Marine Le Pen poderia afetar as relações franco-alemãs.

https://www.provincia.biella.it/

Durante uma visita ao Departamento Federal para Migração e Refugiados da Alemanha (Bamf), em Nurembergue, Scholz afirmou esperar que o presidente francês, Emmanuel Macron, e os legisladores eleitos possam formar um governo estável. O chanceler ressaltou a importância disso para a cooperação entre os 27 Estados-membros da União Europeia. “Isto só é possível em conjunto com a França”, disse. O secretário-geral do Partido Social Democrata (SPD) de Scholz, Kevin Kühner, reagiu com mais euforia: “Foi tirado um peso da cabeça de muitas pessoas – inclusive da minha”, disse à emissora alemã ZDF.

Enfático com o resultado eleitoral, o primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, publicou um post no X (antigo Twitter): “em Paris entusiasmo, em Moscou decepção, em Kiev alívio. O suficiente para ser feliz em Varsóvia”. Os aliados da Ucrânia temiam que um governo liderado por Le Pen pudesse reduzir a ajuda militar a Kiev.

Também no X, o líder do partido socialista PASOK da Grécia, Nikos Androulakis, afirmou que o resultado foi “uma grande vitória” para a França e a Europa. “O povo francês ergueu muros contra a extrema direita, o racismo e a intolerância, e guardou os princípios atemporais da República Francesa: liberdade, igualdade e fraternidade”, escreveu.

Já o primeiro-ministro espanhol, o socialista Pedro Sánchez, publicou que tanto o Reino Unido quanto a França haviam escolhido nos últimos dias um caminho percorrido pela Espanha há um ano. “Disseram SIM ao progresso e ao avanço social e NÃO ao retrocesso nos direitos e liberdades”, publicou na mesma rede social.

Em Londres, um porta-voz do recém-eleito governo trabalhista afirmou que o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, está pronto para trabalhar com os dirigentes franceses, independentemente da filiação política. “A França é obviamente um dos parceiros mais próximos do Reino Unido. Como membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e membros do G7 temos muitos interesses comuns”, disse o porta-voz.

Após o primeiro turno das eleições francesas no dia 30 de junho, as pesquisas mostravam que o ultradireitista RN tinha chances de formar a maior bancada de deputados e alcançar a maioria absoluta na Assembleia Nacional. As forças de centro-esquerda, entretanto, surpreenderam nas urnas. A aliança de esquerda Nova Frente Popular (NFP) e a coligação de centro Juntos, do presidente Emmanuel Macron, formaram as maiores bancadas, enquanto o partido de Le Pen amargou o terceiro lugar.

A NPF elegeu 182 deputados, enquanto os macronistas alcançaram 168 cadeiras e perderam menos postos do que as previsões iniciais. O RN limitou-se a 143 vagas. Na França, é preciso alcançar 289 lugares para indicar o primeiro-ministro. Macron solicitou que o atual premiê e seu aliado político, Gabriel Attal, permaneça no cargo ao menos até os Jogos Olímpicos. A tradição, entretanto, é que o presidente acate a sugestão do partido com a maior bancada.

https://www.provincia.biella.it/

A desidratação da ultradireita francesa, por outro lado, desagradou aliados europeus. O líder populista de extrema direita italiano Matteo Salvini criticou o que chama de “Todos contra Le Pen” e enfatizou que a aliança de Macron não conseguiu maioria para governar. “‘O todos contra um’ reduziu o número de cadeiras, mas não o consenso para Le Pen”, escreveu no X.

Salvini é aliado do governo da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni.

André Ventura, líder do partido ultradireitista português Chega, afirmou que o pleito francês é “um desastre para a economia, tragédia na imigração e ruim no combate à corrupção”.

A RN aderiu à recém-formada aliança “Patriotas da Europa”, do primeiro-ministro de extrema direita da Hungria, Viktor Orbán, o que ajudará a torná-la a terceira maior força política do Parlamento Europeu.

Você pode se interessar também por ...

Região italiana da Sicilia devolve mármore do Partenon à Grécia de forma definitiva
Juíza italiana ordena libertação de Puigdemont
Itália confirma inflação estável em fevereiro, de acordo com o Istat
Premiê italiano pede que ideologias sobre vacinas “fiquem de lado”
Esportes: Chievo bate Reggina pela Série A do Calcio
TAGGED:Incertezas políticas na França geram preocupações na União Europeia
Compatilhar Este Artigo
Facebook Whatsapp Whatsapp Email Print
Artigos Recentes
Notícias

Itália vive “onda” de feminicídios com seis casos em quatro dias

Fabio Botto
Fabio Botto
19 de agosto de 2026
Mulher de 28 anos morre na Itália após engasgar com fatia de bacon
Cantor italiano Domenico Modugno será homenageado em Polignano a Mare, na Puglia
Professores italianos documentam legado da imigração vêneta no Brasil
FUTEBOL ITALIANO: Roma contrata revelação portuguesa Rodrigo Mora por 25 milhões de euros
Morre Fulvio Lucisano, histórico produtor de cinema italiano
Atacante do Cagliari segue em UTI, mas apresenta melhora respiratória
Ferrari elétrica é leiloada por valor recorde de US$ 40 milhões
Turista morre após ser atingido por raio em área proibida do vulcão Etna, sul da Itália
- Publicidade -
Ad imageAd image

2007 - 2026 © Radio Italiana | UNO

Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?