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Líderes italianos relembram 75 anos do Massacre das Foibe

Fabio Botto
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A Itália relembrou os 75 anos de uma das maiores tragédias do país ligada à sua participação na Segunda Guerra Mundial, o Massacre das Foibe, que matou entre 5 mil e 17 mil italianos.

O triste marco na história da nação europeia aconteceu em 1947, dois anos após o fim da 2ª GM. Neste período, a ex-Iugoslávia queria anexar a região italiana do Friulli-Venezia Giulia, no extremo nordeste do país, e todos aqueles que se opunham a isso eram assassinados pelo Exército do marechal Josip Broz Tito, o então premiê da nação eslava.

Os opositores eram jogados em buracos formados naturalmente pela ação da água no solo, que eram chamados “foibe” pelos moradores da região, daí o nome do massacre. Inicialmente, as vítimas eram fascistas e anti-comunistas, no entanto, não demorou muito para que civis comuns italianos também fossem executados.

Além das mortes, milhares de pessoas que não se adaptavam ao novo regime, principalmente de Trieste, da Dalmácia e da Ístria, as últimas duas atualmente na Croácia, foram deportadas pelas Forças Armadas de Tito, o que durou até a década de 1960. A tragédia foi por muitos anos esquecida e ignorada e por muitos continua a se tratar de uma história fantasiosa e que não aconteceu.

No entanto, a partir de 2004 foi criado o Dia da Lembrança, quando as vítimas do massacre são lembradas por todo o país. A data foi marcada para o dia 10 de fevereiro.

Uma cerimônia no Palazzo Madama, em Roma, lembrou a data e contou com a presença do presidente da Itália, Sergio Mattarella, do premiê Mario Draghi, da presidente do Senado, Elisabetta Alberti Casellati, do vice líder da Câmara, Ettore Rosato, entre outros políticos.

“É um compromisso da civilização preservar e renovar a memória da tragédia dos istrianos, dálmatas e outros italianos que tinham raízes naquelas terras tão ricas em cultura e história e tão manchadas de sangue inocente”, afirmou Mattarella, durante cerimônia do Dia da Lembrança.

“Os sobreviventes e exilados, juntamente com suas famílias, demoraram a ver reconhecida a verdade de seus sofrimentos. Uma ferida que se somou às outras”, prosseguiu.

De acordo com o presidente italiano, “a infeliz guerra desejada pelo fascismo e a ocupação nazista foram seguidas, para esses italianos, de hostilidade, repressão, terror, execuções sumárias, agravando a horrível sucessão de crimes contra a humanidade testemunhada pelo século XX”.

“Crimes que os povos e terras da fronteira leste vivenciaram com dramática intensidade, gerando rastros de ressentimentos e desentendimentos que há muito marcam as relações entre os povos vizinhos”, explicou.

Por fim, Mattarella enfatizou que “a memória, mesmo a mais dolorosa, mesmo aquela que se origina do mal, pode tornar-se semente de paz e crescimento civil”. “A Europa nascida da paz e do diálogo revivida pela afirmação das democracias abriu e desenvolveu um novo caminho.

Essas memórias ganharam respeito, dignidade, escuta. São histórias vividas, advertência e responsabilidade para o futuro”, concluiu.

Draghi, por sua vez, afirmou que a data “deve ser também uma oportunidade para estreitar os laços com nossos vizinhos” e para “olhar uns para os outros com bondade e respeito”.

“Não [devemos] fazer das fronteiras um motivo de conflito. E é [preciso] evitar que os erros do passado tornem se motivo de divisão ou ressentimento”, ressaltou o premiê.

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