
A ministra ilustrou a importância da cultura "em um momento critico para o futuro do continente" como "cola" entre os povos europeus, ressaltando como "nenhum país europeu possa pensar de ganhar sozinho os grandes desafios da diplomacia cultural".
"Para construir um frente único em defesa dos valores de liberdade, diversidade e pluralidade, é necessária uma ação de amplo porte que somente um sujeito jurídico como os Estados Unidos da Europa poderá assegurar com eficácia", afirmou a chanceler italiana.




