
"Pegar um suborno é a pior coisa que um político pode fazer. Não me basta o desenrolar das primeiras 48 horas, é preciso fazer rapidamente os processos e com que os culpados paguem até o último centavo. Não é possível que na Itália ninguém pague", declarou o premier.
O escândalo tem como centro o ex-prefeito da "cidade eterna" Gianni Alemanno (2008-2013). Ele seria um dos expoentes de um grupo que fraudava contratos públicos, extorquia funcionários e fazia lavagem de dinheiro usando métodos mafiosos.
O acusado de ser o líder do bando é o ex-terrorista de extrema-direita Massimo Carminati, que foi detido pela Polícia ao lado de mais 36 pessoas, entre as quais não está Alemanno.
No entanto, o número de investigados chega a 76, incluindo o ex-presidente da Câmara Municipal Mirko Coratti, que renunciou ao cargo por causa do inquérito.




