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POLÍTICA ITALIANA: M5S segue no governo Draghi, mas cobra mudanças

Fabio Botto
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Giuseppe Conte ao final do encontro com Mario Draghi.
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Após uma hora de reunião, o ex-premiê da Itália Giuseppe Conte garantiu ao primeiro-ministro Mario Draghi que o antissistema Movimento 5 Estrelas (M5S) vai continuar no governo, porém cobrou “descontinuidade” nas políticas econômicas.

O atual premiê e seu antecessor se reuniram no Palácio Chigi, sede do governo, para tentar pacificar as tensões que ameaçavam o futuro da coalizão de união nacional que sustenta Draghi.

“Falamos com Draghi e entregamos um documento em nome do M5S. Acumulamos um forte incômodo político. Estamos disponíveis a compartilhar uma responsabilidade de governo, como fizemos até agora, de modo leal e construtivo, mas é necessário um forte sinal de descontinuidade”, declarou Conte após o encontro. O ex primeiro-ministro cobrou auxílios financeiros para famílias e empresas, a redução da carga tributária e a aprovação do salário mínimo, além da manutenção da renda de cidadania, principal programa de assistencialismo da Itália e que é alvo de críticas em outros partidos da base aliada.

“Não vamos permitir mais que a renda de cidadania seja colocada diariamente em discussão”, declarou Conte. O programa distribui subsídios mensais de 500 a 1.050 euros para famílias de baixa renda, por um período máximo de 18 meses.

Os beneficiários são obrigados a se inscrever em uma plataforma de empregos e podem até perder a bolsa se recusarem repetidas ofertas de trabalho, mas críticos da renda de cidadania, especialmente partidos de centro e direita, dizem que a iniciativa não levou a um aumento da ocupação.

O M5S e a esquerda, por sua vez, alegam que muitos desempregados recusam ofertas de trabalho por causa dos baixos salários pagos pelos empregadores, o que poderia ser solucionado com a instituição de um salário mínimo.

“Draghi vai tomar um pouco de tempo para avaliar nossos pedidos, eu não esperava uma resposta imediata, não seria nem sério”, acrescentou Conte.

Crise

Um eventual desembarque do M5S poderia jogar o governo Draghi em uma crise política faltando menos de um ano para as próximas eleições legislativas, previstas para o primeiro semestre de 2023.

A turbulência aumentou no fim de junho, quando jornais italianos divulgaram que o premiê teria pedido ao fundador do M5S, Beppe Grillo, para remover Conte da presidência do partido por achá-lo “inadequado”.

Draghi nega, mas a tensão o obrigou a abandonar uma cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), na semana passada, um dia antes do previsto. Conte também questiona algumas medidas tomadas pelo governo, como o envio de armas à Ucrânia, mas ainda precisa lidar com cisões internas no M5S.

A última delas ocorreu em 21 de junho, quando o ministro das Relações Exteriores, Luigi Di Maio, figura histórica do movimento, anunciou sua saída do partido por discordar da linha de Conte sobre a ajuda militar a Kiev.

O chanceler ainda levou com ele mais de 50 deputados e 10 senadores, reduzindo o poder de barganha do movimento, que chegou a ser o partido mais popular da Itália em 2018, mas hoje amarga o quarto lugar nas pesquisas, com cerca de 10% das intenção de voto.

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