
A "molécula-freio" pode reduzir o risco que a "placa arterosclerótica" (uma formação nociva que se apresenta em grandes vasos sanguíneos de pessoas com propensão à doença) se rompa impedindo o fluxo de sangue para o coração e então causando o infarto. O freio torna inofensivas as células com propriedades inflamatórias que favorecem a ruptura da placa.
Esta descoberta é fruto do estudo realizado na Universidade Católica de Roma por um grupo de cardiologistas coordenados pelo professor Filippo Crea e será publicada na revista científica "Basic Research in Cardiology".




