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GENOVA G8: Há 10 anos, o mundo assistia ao “inferno”

Fabio Botto
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O anti-G8 começa em Genova, cidade que se tornou sede da reunião dos Oito Grandes da Terra, e que respondeu ao pedido de decoro do premier Silvio Berlusconi pendurando as calcinhas ao vento. Vinte mil fazem festa com Manu Chao. Em poucas horas, Genova se tornaria um inferno. Em 19 de julho se realiza o primeiro cortejo pacífico dos manifestantes (cerca de 50 mil pessoas) contra a globalização e dos migrantes. No dia 20 tudo mudou: Berlusconi recebe no Palácio Ducal os líderes do G8, enquanto ocorrem os primeiros incidentes.

A partir desse momento a Itália começa a conhecer o Schwarzer Block, um movimento anarquista nascido na Alemanha no início dos anos 80 que se replicou nos Estados Unidos e na Europa com o nome de Black bloc. Em Genova eles atuam em paralelo ao movimento, com o único propósito de criar confusão. Apesar de pouco numerosos, seus integrantes cumprem com o objetivo. 

https://www.provincia.biella.it/

Dentro da cidade blindada, os líderes falam de economia, enquanto do lado de fora impera o caos. Os militantes do GSF marcham em direção à zona vermelha ao longo das ruas devastadas pela passagem dos Black bloc. A tensão é alta e a situação fora de controle. A polícia reage com firmeza, enquanto na periferia o bloco dos vândalos destrói tudo o que encontra pela frente e ataca a prisão de Marassi.

O vice-presidente do Conselho de Ministros, Gianfranco Fini, está no quartel dos carabineiros de San Giuliano enquanto os Black Bloc continuam sua ação destrutiva. Alguns manifestantes tentaram detê-los, mas a polícia permanece à distância. Em Via Ptolemaida, carabinieros e policiais atacam a linha de frente da marcha e os jovens respondem atirando pedras e montando barricadas com os contêineres da coleta diferenciada. Entre eles está Carlo Giuliani. Do outro lado, cerca de 20 policiais com o apoio de dois jipes se posicionam e atiram gases lacrimogêneos. 

Os manifestantes reagem, os militares recuam, um grupo de manifestantes os perseguem. Um dos jipes para, tendo ao seu redor quatro fotógrafos e cinco manifestantes. Giuliani levanta um extintor de incêndio sobre a cabeça, recebe um tiro e cai no chão, arrastado pelo extintor que estava lançando, rola sobre si mesmo e o jipe acabou passando duas vezes sobre seu corpo.

Carlo Giuliani, 23, filho de um ex-sindicalista da CGIL, foi atingido pelo tiro de pistola do policial Mario Placanica, que estava no jipe. 

A morte de Carlo é o começo do fim. No dia 21 a guerrilha retorna. Durante a noite a polícia invade a escola Diaz, onde alguns manifestantes estão dormindo. A blitz transforma a escola em um "açougue mexicano", um massacre e espancamento indiscriminado. Muitos dos jovens abordados serão levados para o quartel de Bolzaneto, onde havia um centro de primeira detenção e onde se registraram episódios de tortura psicológica e física. (ANSA) Por Chiara Carenini

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