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Notícias

O caso “Cesare Battisti” em livro de Giuliano Turone

Fabio Botto
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 Neste mundo tudo muda. "Cambia o superficial, cambia tambien lo profundo, cambia el modo de pensar, cambia todo en este mundo". O ex-juiz Giuliano Turone lembra ao ex-terrorista e escritor Cesare Battisti que, como na música de Mercedes Sosa, as coisas mudam e podem mudar na Itália como no Brasil.

"No lugar de Battisti não ficaria muito tranquilo. Meu convite é que ele pense sobre isso, coloque uma mão na consciência e se arrependa", disse Turone à ANSA que, sobre o caso Battisti, decidiu escrever um livro, no qual relata o caso judiciário que é discutido por todo mundo, após a fracassada tentativa da Itália de conseguir do Brasil a sua extradição de Battisti, com base em 53 pastas dos vários julgamentos contra os PAC (Proletários Armados pelo Comunismo), o grupo terrorista ao qual Battisti pertencia. À revelia, o italiano foi condenado à prisão perpétua por quatro assassinatos cometidos nos anos 60.

''Claramente, explica o ex-juiz, o considero um homicida terrorista, um assassino que fugiu, mas não escrevi esse livro com rancor ou o 'dente envenenado' contra alguém e nem com animosidade em relação ao Brasil, que ofendeu nosso país''. 

O que levou Turone a analisar este caso foi ouvir intelectuais e pessoas estimadas na Itália França e Brasil – incluindo Bernard-Henri Levy e Fred Vargas, dizer ''mais ou menos em boa ou má fé, que o nosso país não é uma democracia e que fez julgamentos injustos. Trata-se de uma mentira e de um insulto gratuito ao nosso sistema constitucional''.

O caso Battisti, continuou Turone, "é simbólico pela desinformação que desencadeou e que colocou em dúvida, ao nível internacional, o estado democrático do nosso país, que continua um Estado de Direito onde os processos ocorrem no respeito aos direitos da defesa". 

Turone, como juiz instrutor na Itália, foi responsável pelo primeiro processo criminal contra as atividades da Cosa Nostra (a máfia siciliana) na Lombardia, que levou à prisão o chefão mafioso Luciano Liggio. 

A Battisti, um dos super-foragidos dos Anos de Chumbo, que fugiu da prisão de Frosinone em 1981 e se refugiou primeiro no México, depois na França e agora no Brasil, Turone quis dar um ''conselho'', sugerindo que retorne e cumpra sua pena. ''Quanto mais o tempo passa, mais a extradição se torna pesada. Aqui temos a lei Gozzini e a prisão perpétua não é algo assim tão assustador", comenta Turone que, no livro, recorda como o escritor-terrorista tentou "seduzir Silvio Berlusconi colocando a culpa nos juízes 'comunistas', que também o teriam perseguido", como destacou recentemente o jornalista francês Eric Jozsef, referindo-se a uma entrevista de janeiro de 2011 de Battisti ao semanário "Brasil de Fato". 

Personagem bizarro, autor de livros muito populares na França (na Itália ele publicou pela Einaudi "Orme Rosse", por Derive Approdi "L'ultimo sparo" e por Nuove Mondi "Avenida Revolucion"), Battisti, de acordo com Turone,''foi defendido com argumentações absolutamente falsas''.

Na verdade, Turone, que ensina técnicas de investigação na Universidade, estava escrevendo um livro sobre vários processos judiciais. ''Quando Lula se recusou a extraditar Battisti, em 31 de dezembro do ano passado, eu pensei que deveria tratar desse caso. Após muitos ensaios para adidos aos trabalhos, percebi que é mais útil escrever para todos, reconstruindo histórias enroladas que surgem de sentenças ilegíveis''. 

A Itália, conclui o ex-juiz, ''está passando por um período em que o sistema oculto da P2 se tornou um sistema aparente. O berlusconismo reduziu nossa credibilidade para os patamares mínimos mas, ocasionalmente, os anticorpos ressurgem e a Itália poderia então voltar a ser um país bem considerado no exterior''. (ANSA)

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