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Giorgia Meloni lamenta morte de ativista francês: “Ferida para toda a Europa”

A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, lamentou o homicídio do ativista francês de extrema direita Quentin Deranque e disse que a morte dele é uma “ferida para toda a Europa”.

Deranque, 23 anos, foi assassinado a pancadas em Lyon, na semana passada, por indivíduos encapuzados, e a polícia suspeita que os responsáveis pelo crime tenham ligação com a extrema esquerda.

O ativista chegou a ser socorrido, mas acabou falecendo no hospital dois dias depois, em decorrência de graves lesões na cabeça. Até o momento, 11 pessoas foram detidas.

“O homicídio do jovem Quentin Deranque é um fato que causa profunda dor. A morte de um garoto pouco maior de 20 anos, agredido por grupos ligados ao extremismo de esquerda e atingido por um clima de ódio ideológico que atravessa diversas nações, é uma ferida para toda a Europa”, disse Meloni nas redes sociais.

“Nenhuma ideia política ou contraposição ideológica pode justificar a violência ou transformar o debate em agressão física. Quando o ódio e a violência tomam o lugar do diálogo, quem perde é sempre a democracia”, acrescentou.

Deranque era filiado ao grupo de extrema direita Némésis, que ganhou notabilidade na França por defender bandeiras anti-imigração.

Outros dois homens também foram espancados em Lyon junto com ele, mas conseguiram fugir. No dia da agressão, o jovem participava de um protesto contra uma eurodeputada de esquerda em uma universidade.

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