Ao usar este site, você concorda com nossa política de Política de Privacidade e Termos de Use.
Aceitar
.:: Rádio Italiana ::..:: Rádio Italiana ::.
Font ResizerAa
  • INÍCIO
  • NOTÍCIAS
  • EDITORIAS
    • Catolicismo Romano
    • Variedades
    • Dicas Culturais
    • Festival di Sanremo
    • Folclore Italiano
    • Geografia da Itália
    • Gramática Italiana
    • Hino da Itália
    • História da Itália
    • Previdência Italiana
  • CULINÁRIA
  • ENTREVISTAS
  • MÚSICA
    • Música Italiana
    • Letras de Músicas
  • TURISMO NA ITÁLIA
  • BLOG DO BOTTO
Reading: ERIKA BARRETO FONSECA: Projeto da Cáritas ajuda a colocar refugiados no mercado de trabalho
Compartilhar
Font ResizerAa
.:: Rádio Italiana ::..:: Rádio Italiana ::.
  • Insider
Pesquisar
  • INÍCIO
  • NOTÍCIAS
  • EDITORIAS
    • Catolicismo Romano
    • Variedades
    • Dicas Culturais
    • Festival di Sanremo
    • Folclore Italiano
    • Geografia da Itália
    • Gramática Italiana
    • Hino da Itália
    • História da Itália
    • Previdência Italiana
  • CULINÁRIA
  • ENTREVISTAS
  • MÚSICA
    • Música Italiana
    • Letras de Músicas
  • TURISMO NA ITÁLIA
  • BLOG DO BOTTO
Have an existing account? Sign In
Follow US
.:: Rádio Italiana ::. > Blog > Notícias > ERIKA BARRETO FONSECA: Projeto da Cáritas ajuda a colocar refugiados no mercado de trabalho
Notícias

ERIKA BARRETO FONSECA: Projeto da Cáritas ajuda a colocar refugiados no mercado de trabalho

Fabio Botto
Compartilhar
Compartilhar

Um dos maiores desafios de um país em relação aos refugiados que recebe é inseri-los na sociedade. E para que essa integração aconteça, existe um aspecto fundamental: emprego. Por conta disso, desde novembro de 2011 uma iniciativa criada em São Paulo vem ajudando pessoas que vieram ao Brasil para fugir de perseguições em suas nações de origem a conquistar um espaço no mercado de trabalho.

Chamado Programa de Apoio para a Recolocação dos Refugiados (Parr), o projeto é fruto da mente de João Marques Fonseca, sócio-diretor da Emdoc, firma de consultoria na área de imigração. "Eu percebi que essas pessoas tinham dificuldades para arrumar empregos, então pensei que poderia ser uma chance de fazer algo em prol dos refugiados. É uma maneira de mostrar que existe uma mão de obra disponível, de qualidade e comprometida", conta ele.

https://www.provincia.biella.it/

Até o momento, o site do Parr (www.refugiadosnobrasil.com.br) conta com 47 companhias e 239 currículos cadastrados. Ao todo, já foram 28 contratações, mas a iniciativa está começando a deslanchar somente agora. Para acontecer a primeira recolocação foram necessários oito meses. Em 2012, só dois refugiados conquistaram uma vaga, porém este ano o número já subiu para 26.

"O que temos percebido é que está começando a cair um pouco o preconceito. Para o empresário, refugiado era a mesma coisa que foragido, bandido. Mas isso está mudando", diz Fonseca. Quem faz a seleção das pessoas que podem inscrever seu currículo no programa é a Cáritas, entidade ligada à Igreja Católica. Lá as assistentes sociais apontam aqueles que já estão prontos, ou seja, com um conhecimento básico de português, preparados psicologicamente e com a documentação regularizada.

"Antes do Parr nós já tínhamos contato com agências de emprego, empresas, mas é um trabalho muito difícil. O Parr entrou para facilitar o processo, ajudando a sensibilizar as companhias", explica Adelaide Guabiraba, assistente social da organização. Dos mais de 200 imigrantes inscritos no projeto, em torno de 25% são da República Democrática do Congo (RDC) e 15% da Nigéria. O restante é formado por nativos de diversos outros países, predominando as nacionalidades africanas.

Desse grupo já fez parte o congolês Andre B., que desde abril está trabalhando na controladoria financeira de uma empresa. Mas antes disso ele teve que deixar mulher e filhos em Kinshasa, capital da RDC, para escapar de um mandato de prisão por ter organizado e participado de uma marcha contra o governo do presidente Joseph Kabila, no poder desde 2001.

"É muito difícil quando você tem uma vida e, subitamente, tudo muda. Aqui não é fácil se você não fala português, mas na minha área você conversa com cifras, números", afirma Andre, que antes de ser contratado passou por quatro entrevistas e provas escritas em português e inglês. Há um ano em São Paulo, o congolês já está se acostumando com o modo de vida brasileiro e adaptado ao novo trabalho.

Mas mesmo assim ele mantém as esperanças de retornar ao Congo. Se a situação política no seu país sofresse uma reviravolta, ele não pensaria duas vezes antes de embarcar para a sua terra natal. No entanto, já existe uma movimentação de aliados de Kabila para que o presidente altere a constituição e tenha direito a um novo mandato. "Se mudarmos a constituição, vai ser muito difícil voltar. Mas eu estou otimista", acrescenta.

As companhias interessadas em cadastrar vagas no Parr devem acessar o site do programa e informar todos os seus dados e necessidades. Após isso, as informações serão passadas para o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), que vai aprovar ou não a empresa, seguindo alguns critérios, como não ter histórico de trabalho escravo e não ser dos setores de bebidas, cigarros e armamentos.

https://www.provincia.biella.it/

Aliás, o órgão acompanha de perto todos os passos da iniciativa. "Não é fácil para o refugiado ter emprego, sobretudo por conta das diferenças culturais. E o projeto mostra que eles são pessoas como qualquer outra, qualificados e com vontade de trabalhar", salienta Andrés Ramirez, representante do Acnur no Brasil.

Por enquanto, o Parr é restrito ao estado de São Paulo, mas já existem planos de expansão para Brasília e Rio de Janeiro. "Somos uma empresa com escritórios em 12 estados, e nosso objetivo é que no futuro possamos atuar em cada um deles. Mas decidimos nos solidificar primeiro em São Paulo", finaliza Fonseca.

Você pode se interessar também por ...

Italiano é libertado por guerrilha maoísta
MONUMENTO EM ROMA: “Fontana di Trevi” é esvaziada para início de estudo para obra de restauração
Relator recomenda rejeição de processo contra Salvini
Primeiro-ministro italiano Enrico Letta afirma que haverá intervenção na Lei Eleitoral da Itália
Itália começa a aplicar 3ª dose contra Covid em 20 de setembro
TAGGED:ERIKA BARRETO FONSECA: Projeto da Cáritas ajuda a colocar refugiados no mercado de trabalhoERIKA BARRETO FONSECA: Projeto da Cáritas ajuda a colocar refugiados no mercado de trabalhoNotíciasÚltimas Notícias
Compatilhar Este Artigo
Facebook Whatsapp Whatsapp Email Print
Artigos Recentes
Notícias

Finlândia e Suécia confirmam transferências de solicitantes de refúgio à Itália

Fabio Botto
Fabio Botto
20 de agosto de 2026
Suiça quer devolver 652 migrantes para a Itália
“Guerras são fracasso político e moral”, diz Papa Leão XIV
Vaticano tira padre italiano do comando de paróquia após ele transformar igreja em abrigo para 200 migrantes
Praia italiana que separa homens e mulheres bate recorde de público
Corpos de vítimas de queda de avião na Itália são achados abraçados
O lugar secreto onde a Itália está construindo o euro digital
Itália vive “onda” de feminicídios com seis casos em quatro dias
Mulher de 28 anos morre na Itália após engasgar com fatia de bacon
- Publicidade -
Ad imageAd image

2007 - 2026 © Radio Italiana | UNO

Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?