
A promotoria acredita que a britânica tenha sido assassinada em um jogo sexual, com a participação de Amanda, Sollecito e do marfinense Rudy Guede, condenado a 30 anos de prisão em outubro do ano passado.
Na última sexta-feira, depuseram testemunhas de defesa, entre elas Vincenzo Pasquali, funcionário aposentado da polícia forense. De acordo com ele, uma janela do apartamento da vítima foi arrombada pelo lado de fora, e não danificada por dentro para simular uma invasão, como acredita a promotoria.
Amanda e o ex-namorado negam envolvimento com a morte. Segundo afirmou a americana em seu depoimento, ela passou a noite do crime na casa do namorado e só voltou ao apartamento que dividia com Meredith na manhã seguinte. Ao chegar, disse que encontrou a porta da rua aberta e a do quarto da colega trancada. Além disso, Amanda teria percebido sangue seco na pia e no tapete do banheiro.
Ela afirmou que voltou à casa do namorado, a quem contou o que tinha acontecido e ligou para a polícia. Os dois só teriam retornado ao apartamento quando os investigadores já tinham chegado ao local.
Fonte: Terra




