
"A missão do governo será intensificar e aumentar a recuperação e apontar para o crescimento, mas, ao fim, estaremos contentes de termos ajudado a aumentar a credibilidade das instituições", colocou o chefe do Executivo.
Monti atestou que seu governo se coloca "com uma atitude de humildade, de serviço e de solicitação à contribuição ativa e também crítica de todos". "Não pedimos uma confiança cega, mas uma confiança vigilante", emendou.
Sobre a duração de seu governo, ele assinalou que será uma gestão de curta duração, mas não especificou datas, apesar de já ter declarado que pretende permanecer na liderança do governo até 2013.
"Não duraremos um minuto a mais do tempo para o qual o Parlamento nos der a confiança. A minha intenção é colocar minha equipe de governo sob a perspectiva das eleições", afirmou.
O primeiro-ministro indicou ainda que a Itália, "de agora em diante", dará uma "contribuição permanente" à solução dos problemas na Europa junto com a Alemanha e a França. Ele concordou em realizar um "encontro a três" com a chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, após uma visita a instituições europeias.
Monti também agradeceu o ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi pelo "sentimento de responsabilidade institucional" e por ter contribuído com uma "sucessão simples" no governo, e pediu para que continuassem a chamá-lo de "professor".




