
O salto é explicado pela redução dos empregados (-0,4% em seis meses), mas principalmente pelo aumento da força de trabalho (+0,8%): a menor renda familiar leva mais gente a procurar emprego, explica o CSC.
As expectativas das empresas, tanto na indústria manufatureira como nos serviços, indicam nos próximos meses "mais reduções da mão de obra devido à recaída em recessão e às reestruturações obrigatórias frente aos baixos níveis persistentes de atividade".
Quanto à "cassa integrazione" (suspensão temporária do emprego, na qual o funcionário se ausenta do trabalho e recebe parte de seu salário), as horas autorizadas já começam a "subir rapidamente", frisa o CSC: +49,1% em fevereiro, seguidas de +21,6% em março, "um aumento de quase cinco vezes sobre o devido por fatores sazonais. O total foi de quase 100 milhões".
Em crescimento acentuado também o setor da mobilidade dos trabalhadores, aponta ainda o CSC: foram 152 mil em outubro de 2011, um aumento de 20,9% em dois anos.




