
"Os primeiros testes começaram nos Estados Unidos já há certo tempo. Se tivesse havido problema, teríamos sabido. O projeto continua e, em janeiro, iniciaremos os testes de eficiência", disse Cortese, durante a conferência internacional "Bioeconomy Rome".
A Okairos estima que, caso os testes continuem dando resultados satisfatórios, serão produzidas milhares de vacinas em 2015.
Também foi anunciado que a organização Médicos Sem Fronteiras (MSF), com a supervisão das Nações Unidas, fará testes de três tratamentos de ebola em três centros hospitalares na Guiné e na Libéria, que estão entre os países mais afetados pela epidemia na África.
"Diante da ausência de um tratamento específico contra esta epidemia, estes testes tentarão encontrar um tratamento eficaz", disse a entidade, em um comunicado.
Os testes serão controlados pela Universidade de Oxford, pelo Instituto Francês para a Saúde e Pesquisa Médica, e pelo Instituto de Medicina Tropical de Antuérpia. Os medicamentos usados serão o brincidofovir, o favipiravir e uma terapia à base de sangue e de plasma.




