
A consequência destas duas tendências, segundo apontou o estudo, é que 46,2% das famílias italianas precisam recorrer a suas próprias economias para continuar vivendo.
O economista-chefe do Intesa Sanpaolo, Gregorio de Felice, afirmou que "o tema dominante do estudo é a desorientação das famílias e suas dificuldades para o futuro".
Por sua vez, o vice-ministro italiano da Economia, Gianfranco Polilo, disse que "estamos vivendo acima de nossas possibilidades e para sustentar nossos consumos internos precisamos emprestar do exterior".




