
"O juízo das empresas sobre as condições de investimento evoluiu, voltando a patamares próximos àqueles que precederam a crise do verão de 2011, tanto no setor industrial como no de serviços", diz o comunicado.
Segundo Giorgio Gobbi, secretário de estabilidade financeira da Banca d'Italia, a retomada vai atenuar as tensões financeiras que caracterizaram as atividades das companhias no último biênio. No entanto, o Banco Central advertiu que é essencial não desperdiçar as oportunidades oferecidas pela melhora da situação da zona do euro e pelos primeiros indícios de estabilização no país. "A estabilidade do quadro interno e a continuidade das reformas são necessárias para alcançar as metas de crescimento do governo para o período 2015-17", afirmou a instituição.
Contudo, apesar dos sinais positivos, o desemprego aumentou 2,5% no segundo trimestre de 2013, em relação ao mesmo período do ano passado. O boletim apontou que 586 mil vagas foram fechadas e que no final do semestre cerca de 3,1 milhões de pessoas estavam procurando emprego, o número mais alto desde 1992, data de início da série histórica.




