Ao usar este site, você concorda com nossa política de Política de Privacidade e Termos de Use.
Aceitar
.:: Rádio Italiana ::..:: Rádio Italiana ::.
Font ResizerAa
  • INÍCIO
  • NOTÍCIAS
  • EDITORIAS
    • Catolicismo Romano
    • Variedades
    • Dicas Culturais
    • Festival di Sanremo
    • Folclore Italiano
    • Geografia da Itália
    • Gramática Italiana
    • Hino da Itália
    • História da Itália
    • Previdência Italiana
  • CULINÁRIA
  • ENTREVISTAS
  • MÚSICA
    • Música Italiana
    • Letras de Músicas
  • TURISMO NA ITÁLIA
  • BLOG DO BOTTO
Reading: Eleições da União Europeia convocam 350 milhões de eleitores à escolha de 720 deputados
Compartilhar
Font ResizerAa
.:: Rádio Italiana ::..:: Rádio Italiana ::.
  • Insider
Pesquisar
  • INÍCIO
  • NOTÍCIAS
  • EDITORIAS
    • Catolicismo Romano
    • Variedades
    • Dicas Culturais
    • Festival di Sanremo
    • Folclore Italiano
    • Geografia da Itália
    • Gramática Italiana
    • Hino da Itália
    • História da Itália
    • Previdência Italiana
  • CULINÁRIA
  • ENTREVISTAS
  • MÚSICA
    • Música Italiana
    • Letras de Músicas
  • TURISMO NA ITÁLIA
  • BLOG DO BOTTO
Have an existing account? Sign In
Follow US
.:: Rádio Italiana ::. > Blog > Notícias > Eleições da União Europeia convocam 350 milhões de eleitores à escolha de 720 deputados
Notícias

Eleições da União Europeia convocam 350 milhões de eleitores à escolha de 720 deputados

Fabio Botto
Compartilhar
Compartilhar

Mais de 350 milhões de eleitores poderão ir às urnas nos 27 Estados-membros da União Europeia até o próximo domingo (9).

Eles escolherão os 720 deputados (a Itália tem 76 cadeiras) da próxima legislatura de cinco anos do Parlamento Europeu, única casa legislativa transnacional eleita por sufrágio direto.

O pleito deve ser marcado por um avanço inédito de forças de direita e ultradireita, segundo especialistas ouvidos pela agência Ansa.

“Essa eleição é um caso único. Existem paralelos de parlamentos supranacionais, como o Parlamento do Mercosul, mas sem eleições diretas e sem o mesmo prestígio, o mesmo poder.

Essa importância cresceu com o Tratado de Lisboa, de 2009, que deu ao Parlamento Europeu o poder de co-decisão em legislações que vão ser usadas por todos os países que integram a União Europeia, e a eleição pode ser um termômetro importante das estratégias entre os países”, explicou Cícero Krupp da Luz, doutor em Relações Internacionais pela USP e professor da Unisinos.

Os eurodeputados se dividem em grupos políticos, definidos não por país, mas por afinidade ideológica. Atualmente há sete: Partido Popular Europeu (centro-direita), Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas (centro-esquerda); Renew Europe (liberal); Verdes/Aliança Livre (causa ambiental); Grupo da Esquerda (esquerda); Reformistas e Conservadores e Identidade e Democracia (direita e extrema-direita).

Os olhares estão voltados principalmente para os dois últimos, que, segundo projeções, podem dobrar sua presença na Eurocâmara. O grupo Identidade e Democracia tem 76 eurodeputados e é liderado pelo italiano Marco Zanni, da Liga, e associado principalmente a uma de suas fundadoras, a francesa Marine Le Pen, do Reagrupamento Nacional. Os Reformistas e Conservadores têm atualmente 74 eurodeputados e são liderados pela primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni.

“Existe uma expectativa de que eles cheguem a ocupar em torno de um quarto do Parlamento. Eles vêm numa crescente desde 2014, com uma linha bastante uniforme”, lembrou David Magalhães, professor de Relações Internacionais da FAAP e PUC-SP. Ele destacou que países grandes do bloco vão contribuir para o cenário, com as prováveis vitórias do Reagrupamento Nacional na França e do Irmãos da Itália. O Vox, da Espanha, e o Chega, de Portugal, também devem conquistar novas cadeiras.

O Alternativa para a Alemanha viveu uma recente controvérsia quando seu líder, Maximilian Krah, relativizou o nazismo em uma entrevista e a sigla acabou expulsa de seu grupo político europeu, mas ainda assim deve crescer nas eleições.

Magalhães pontuou que, embora essas forças de direita e ultradireita tenham pautas em comum, como a repressão à migração irregular, outros temas, como a posição no conflito entre a Rússia e a Ucrânia, dificultam a união: “Embora a ultradireita cresça no Parlamento, ela vai continuar muito fragmentada e incapaz de se estabelecer como um bloco coeso e de estabelecer uma agenda que possa pressionar o mainstream democrático. Pode conquistar ou atrapalhar algo em temas em que têm mais coesão, como em migração e pautas ambientais, mas em outras coisas costumam divergir”.

Além dessas pautas específicas, os grupos políticos citados representam uma espécie de sentimento antieuropeu. A sigla italiana Liga, de Matteo Salvini, usa como slogan de campanha “Mais Itália, Menos Europa”. Giorgia Meloni, ao se eleger pelo Irmãos da Itália, acenou com uma plataforma anti-europeia, mas hoje mantém uma relação de pragmatismo com as instituições do bloco e um posicionamento reformista.

Para Krupp da Luz, a estratégia nacionalista anti-UE não se sustenta: “Algumas contradições ficam muito evidentes, como do ponto de vista econômico. A ruptura desses países com a União Europeia significaria perdas enormes para todas as camadas sociais, inclusive as mais privilegiadas”.

O acadêmico cita como exemplo um comunicado, divulgado no último dia 7, assinado por algumas das maiores empresas alemãs, como Siemens, BMW, Deutsche Bank, Bosch e Mercedes, contra a extrema-direita e pedindo voto consciente.

“Isso mostra que a Alemanha precisa da Europa, dos estrangeiros não-europeus, para continuar sendo uma economia dinâmica, profícua. Esses projetos populistas nacionalistas mentem para o público, se alimentam de determinados sentimentos das pessoas”, avaliou o professor da Unisinos.

As eleições europeias, que só perdem em número de eleitores para a Índia, registraram 50% de comparecimento em sua última edição. Pesquisas indicam que o comparecimento em 2024 pode crescer, chegando a 60%.

Atualmente a casa legislativa é comandada pela maltesa Roberta Metsola, do PPE, que assumiu em 2022 após a morte do italiano David Sassoli. A composição do Parlamento também vai determinar a continuidade ou não de Ursula von der Leyen, também do PPE, no comando do Poder Executivo do bloco – o grupo político que conquistar o maior número de assentos terá a prerrogativa de indicar o próximo presidente da Comissão Europeia.  (Por Nadedja Calado – Agência de notícias Ansa)

Você pode se interessar também por ...

Italiano de 29 anos morre em salto com wingsuit na Suíça
OMS pode ser processada na Itália por alarme sobre embutidos
Berlusconi confirma sua visita ao Brasil, porém sem data definida
Itália reduz intervalo de 3ª dose anti-Covid para quatro meses
Itália apoia esforços para fortalecer Somália, diz Giorgia Meloni
TAGGED:Eleições da União Europeia convocam 350 milhões de eleitores à escolha de 720 deputados
Compatilhar Este Artigo
Facebook Whatsapp Whatsapp Email Print
Artigos Recentes
Notícias

Giorgia Meloni diz que Itália está disposta a mandar navios para Estreito de Ormuz

Fabio Botto
Fabio Botto
17 de abril de 2026
Chanceler italiano diz que “Made in Italy” pode superar barreiras no mercado global
“Grandeza de um país não se mede pela sua riqueza”, alerta Papa Leão XIV
Trump reforça briga com Itália: “Não esteve por nós e não estaremos por eles”
União Europeia nega “carência sistemática” de combustível para aviação
“Humanidade sente fome de paz”, diz Papa Leão XIV em missa para 120 mil em Camarões
Chanceler italiano condena falas de Trump contra Papa Leão XIV
Justiça da Itália emite nova decisão sobre extradição de Carla Zambelli
Presidente do Parlamento Europeu afirma que Papa Leão é “símbolo de coragem moral”
- Publicidade -
Ad imageAd image
2007 - 2025 © Radio Italiana | UNO
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?