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Escritor italiano Umberto Eco lamenta insensibilidade do eleitorado de Berlusconi

Fabio Botto
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O escritor italiano Umberto Eco, um dos pensadores de maior prestígio internacional na atualidade, admite "notável tristeza" ao ver que a oposição de intelectuais ao primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, choca contra "um núcleo duro do eleitorado que é insensível a certos problemas".

O catedrático adverte em entrevista à Agência Efe sobre o risco de contágio "do populismo de Berlusconi", num momento em que os países ocidentais "estão se aproximando de uma grave crise da democracia representativa".

https://www.provincia.biella.it/

Para Eco, é "a presença de vários poderes que controlam uns aos outros" que assegura o correto funcionamento da democracia. Em sua opinião, a Itália corre riscos políticos porque o poder político se concentra na pessoa do líder e magnata Silvio Berlusconi.

"Quando ocorrem casos como o italiano, em que a maioria dos poderes está em mãos de uma só pessoa (Berlusconi), chegamos a situações perigosas que poderiam se dar em outros países", explica.

Estariam os países latino-americanos especialmente no alvo dessa ameaça? "Na América Latina, nunca se sabe o que pode acontecer amanhã, portanto é difícil se pronunciar", responde.

"Há países como Argentina e Brasil onde em cinco anos tudo mudou. Portanto, prudentemente, prefiro não me pronunciar", destaca o pensador.

Umberto Eco (Alessandria – Itália, 1932) viajou na semana passada a Madri para apresentar "O Cemitério de Praga", um romance protagonizado pelo personagem Simonini, um italiano glutão do século XIX, que vive em Paris, odeia os judeus, as mulheres, os maçons, os jesuítas e a vida em geral, decide escrever suas memórias em 1897.

"Simonini está ainda entre nós. Pense nas revelações do WikiLeaks, nos documentos falsos sobre as armas de destruição em massa no Iraque, que serviram para criar uma guerra sobre a base de falsificações", declara o autor.

A entrevista foi realizada na semana passada.

https://www.provincia.biella.it/

"É errado dizer que a maioria dos italianos apoia Berlusconi, pois no final ele teve 30% de votos. O que acontece é que, por causa de uma lei eleitoral bastante particular, ele tem a maioria absoluta no Parlamento", destaca Eco.

Em sua opinião, "doenças sociais" como a que atinge a Itália atualmente "não têm uma cura imediata". Eco lembra que o apoio que os italianos um dia deram ao fascismo teve uma cura traumática: "uma guerra mundial com vários milhões de mortos".

"O Cemitério de Praga", que já lidera as listas de livros mais vendidos de vários países, é lançado 30 anos depois de "O Nome da Rosa", estreia de Eco com livros de ficção e um dos maiores fenômenos literários das últimas décadas.

 

"Com 'O Nome da Rosa' comecei a viver uma vida de narrador, que é muito interessante quando se escreve poucos romances, como fiz eu (um em cada seis anos), porque você vive durante anos em um reino privado maravilhoso, no qual fica pensando em sua história e ninguém sabe o que está fazendo", ressalta Eco.

Após 30 anos de sucesso editorial, o escritor italiano segue considerando "um mistério" os motivos pelos quais um romance se transforma em best-seller.

"Sempre achei que se 'O Nome da Rosa' tivesse sido publicado dez anos antes ou dez anos depois ninguém teria feito caso dele", assinala Eco, que combinou nesses anos a publicação de romances e ensaios com suas colaborações na imprensa escrita.

Ao comentar o futuro do livro tradicional, o pensador não tem dúvidas de que ele continuará existindo, apesar do surgimento do livro eletrônico. "Sou otimista sobre o futuro dos livros. Sobre o futuro dos homens, não".

Já sobre a imprensa escrita, ele considera que ela "está enfrentando uma crise de identidade e de legitimação no mundo todo".

"Mas não acho que as pessoas acabem lendo notícias só na internet, porque, como dizia (o filósofo alemão) Hegel, a leitura diária da imprensa é a prece do homem moderno", menciona Eco.

"E os jornais são indispensáveis para poder tomar um bom café pelas manhãs", complementa. EFE

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