
Na ocasião, o grupo alertou que, em cada atentado, vai homenagear seus integrantes presos.
Na carta de hoje, o grupo afirma que "o povo não tem nenhum interesse em permanecer na Europa, em salvar os bancos, em saldar as contas de um Estado que desperdiçou por sua própria conta".
Como reação ao documento, o vice-presidente do Senado italiano, Vannino Chiti, escreveu uma nota em que exprimiu sua "plena e convicta solidariedade" ao premier.
"As intimidações e a violência são inaceitáveis, é necessário combater com a máxima firmeza o retorno de qualquer forma de subversão", observou o parlamentar.
"Desejo que se faça o máximo esforço para localizar os responsáveis por estas vis ações. Nosso país precisa de coesão e solidariedade para sair da difícil fase em que nos encontramos", concluiu.




