
A Itália, anfitriã dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão e Cortina D’Ampezzo, encerrou sua participação no evento com 30 medalhas, um feito histórico para o país, que terminou em quarto lugar na classificação geral.
Com dez medalhas de ouro, seis de prata e 14 de bronze, as atletas italianas foram as grandes protagonistas desta edição.
Somente a esquiadora Federica Brignone e a patinadora Francesca Lollobrigida conseguiram quase a metade dos ouros da Itália, com duas medalhas para cada.
Sem falar que Lisa Vittozzi trouxe o primeiro ouro para a Azzurra no biatlo.
Já a patinadora Arianna Fontana consagrou-se como a atleta italiana mais premiada da história, com 14 medalhas, superando o recorde anterior pertencente ao ícone da esgrima do país, Edoardo Mangiarotti.
Além disso, Fontana ficou em segundo lugar no ranking histórico de inverno, empatada com o ex-biatleta norueguês Ole Einar Bjorndalen.
Entre os homens, destaque para Simone Deromedis, do esqui cross estilo livre, que deu à Itália seu décimo ouro. Seu colega, Federico Tomasoni, apesar de ter ficado com a prata na mesma competição, garantiu dobradinha no pódio para seu país.
Davide Ghiotto também brilhou, subindo no lugar mais alto do pódio na patinação de velocidade e integrante fundamental do trio italiano que conquistou outra medalha de ouro histórica na perseguição por equipes.
Com 30 medalhas olímpicas, a Itália superou seu último recorde, de 20, nos Jogos de Lillehammer, em 1994.
“Os Jogos Olímpicos nos proporcionaram emoções inesquecíveis e um sentimento de orgulho que permanecerá com a Itália por muito tempo. Graças aos nossos atletas que, com talento, sacrifício e espírito de equipe, levaram o nome da Itália ao mundo todo com resultados extraordinários”, escreveu nas redes sociais a primeira-ministra Giorgia Meloni.



