
"Estamos dispostos a pagar dois mil euros por família com tanto que vão viver em outro lugar. Custa-nos menos que garantir as contribuições às famílias em dificuldade", explicou a assistente social.
Para Solverato, "não é possível que o município seja obrigado a manter sobre suas costas os imigrantes que, sem trabalho, continuam pedindo permissão de estadia no país".
A proposta de Spolverato foi feita após o anúncio da administração de Spresiano de distribuir as contribuições municipais entre as famílias em que ambos os cônjuges falem italiano.




