
Os dois chegaram no país há alguns meses para serem submetidos a tratamentos de saúde porque foram feridos durante o conflito na Líbia e estavam hospedados em hotéis da capital italiana.
Segundo as autoridades, os investigadores começaram a ter suspeitas devido "aos comportamentos dos dois homens em concomitância com os protestos no mundo árabe pela divulgação do filme islâmico [que atacava Maomé] e, em particular, depois do atentado contra a Embaixada dos Estados Unidos em Benghasi, que provocou a morte do embaixador Christopher Stevens".
Os agentes da Seção Anti-Terrorismo da Digos, a polícia especial italiana, acompanharam a rotina dos dois homens durante vários dias, o que levou à prisão deles na semana passada.
A ministra do Interior, Anna Maria Cancellieri, emitiu a ordem de expulsão do país e organizou o acompanhamento deles à Líbia.




