
A resolução visa defender o recurso do governo italiano contra a decisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de manter Battisti no Brasil.
Em 31 de dezembro, no último dia de seu mandato, Lula decidiu aceitar o parecer da Advocacia-Geral da União (AGU), negando assim a extradição do ex-militante à Itália.
O texto também pede a intervenção política da chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Catherine Ashton.
Na semana passada, um porta-voz da Comissão Europeia disse que Bruxelas não poderia se envolver no caso, por considerá-lo uma "questão bilateral".
Para sensibilizar os membros do Parlamento, os representantes italianos agendaram para a próxima quarta-feira uma coletiva de imprensa em Bruxelas com os parentes das vítimas do ex-militante, que é condenado à prisão perpétua na Itália por quatro assassinatos cometidos na década de 1970, quando integrava o grupo Proletários Armados pelo Comunismo (PAC).
No mesmo dia, os familiares das vítimas também devem se reunir com o presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek.




