
Ele prometeu, se eleito, reduzir a "dívida pública" da Itália, o que, segundo Monti, não pode ocorrer "através da cobrança de impostos".
Apesar de reconhecer que seus planos são "ambiciosos", Monti ressaltou que todos têm uma "responsabilidade social", e isso o convenceu a se "apresentar nas próximas eleições".
O premier afirmou que "deve aos italianos", em particular aos mais frágeis, àqueles que pagaram o preço mais alto e intolerável do desemprego e da privação, e aos jovens".
"A Itália não vai olhar para trás e minha esperança é que as forças mais dinâmicas da sociedade apóiem um programa de reformas. Para todos os países as reformas são um processo que não termina, como para a Alemanha, como demonstra a ação da [chanceler Angela]Merkel", concluiu o premier.




