
O rompimento com seu ex-aliado Gianfranco Fini, que tem o apoio de 34 deputados e 10 senadores, significa que Berlusconi não pode mais contar com uma maioria sólida. Mas ele disse não acreditar que o racha pode lhe custar o apoio parlamentar.
"Seria imperdoável que por interesses puramente pessoais esse apoio fosse reduzido, traindo o mandato e a confiança dos eleitores", afirmou o primeiro-ministro em mensagem publicada no site de seu partido Povo da Liberdade.
"Se isso acontecesse, nós voltaríamos aos eleitores, que saberiam a quem dar seu voto. Mas tenho certeza que isso não ocorrerá."
O futuro do governo tem sido objeto de especulações sem fim desde o rompimento, no final de julho, de Berlusconi com Fini, presidente da Câmara dos Deputados e co-fundador do Povo da Liberdade.
Os aliados de Fini têm dito que apoiarão o governo no Parlamento desde que ele se atenha aos compromissos eleitorais.




