
Segundo estatísticas recentes, a taxa de desemprego em Itália ultrapassada os 12 por cento, mas entre os jovens é superior a 40 por cento e não tem parado de crescer nos últimos meses.
O La Stampa publicou também um artigo que dá conta que nos últimos 10 anos saíram do país mais de 300 mil jovens "cérebros" italianos, que se instalaram na Alemanha, Reino Unido, França e Estados Unidos.
Na carta, Letta reafirma que a prioridade do Governo é travar a saída de jovens, adiantando que se tem multiplicado em encontros ao nível europeu para conseguir colocar o tema na ordem do dia do próximo conselho europeu do fim de Junho em Bruxelas.
Por outro lado, assegurou que "nos próximos conselhos de ministros serão adotadas medidas para livrar o mercado de trabalho dos seus pesos e injustiças, para conseguir emprego estável para os jovens, para apoiar a Itália que inova, elevar os jovens italianos aos mesmos níveis de instrução e mobilidade social dos seus vizinhos europeus e libertar as energias de um país sufocado pelos privilégios, pela burocracia e pelo conservadorismo".
Segundo Letta, o seu Governo "fará o máximo" para colocar os jovens "em condições de escolher se querem ficar ou partir […] e eventualmente regressarem para contribuir para a reconstrução difícil, mas possível do futuro" de Itália.




