
Quanto à situação política da Europa frente aos resultados das eleições na França e na Grécia, o primeiro-ministro italiano frisou que tais resultados eleitorais não alteram a agenda italiana para a Europa, ao contrário, até "facilitam sua concretização".
"Já não podemos nos limitar a estudar as possíveis medidas para o crescimento, agora é hora de agir", defendeu Monti, que afirmou ser necessário que a Comissão Europeia adote um papel muito ativo na impulsão dos países-membros.
Monti recordou que a "Itália tem uma agenda para o crescimento" e, desde janeiro passado foi acionado para tomar iniciativas, que se divulgaram para os outros Estados do bloco. "O crescimento na Europa só pode derivar de políticas de oferta, e estas só são possíveis com a plena e rápida implementação do mercado único" da UE.




