Ao usar este site, você concorda com nossa política de Política de Privacidade e Termos de Use.
Aceitar
.:: Rádio Italiana ::..:: Rádio Italiana ::.
Font ResizerAa
  • INÍCIO
  • NOTÍCIAS
  • EDITORIAS
    • Catolicismo Romano
    • Variedades
    • Dicas Culturais
    • Festival di Sanremo
    • Folclore Italiano
    • Geografia da Itália
    • Gramática Italiana
    • Hino da Itália
    • História da Itália
    • Previdência Italiana
  • CULINÁRIA
  • ENTREVISTAS
  • MÚSICA
    • Música Italiana
    • Letras de Músicas
  • TURISMO NA ITÁLIA
  • BLOG DO BOTTO
Reading: Sobrevivente de Auschwitz é ofendida em ato antivacina na Itália
Compartilhar
Font ResizerAa
.:: Rádio Italiana ::..:: Rádio Italiana ::.
  • Insider
Pesquisar
  • INÍCIO
  • NOTÍCIAS
  • EDITORIAS
    • Catolicismo Romano
    • Variedades
    • Dicas Culturais
    • Festival di Sanremo
    • Folclore Italiano
    • Geografia da Itália
    • Gramática Italiana
    • Hino da Itália
    • História da Itália
    • Previdência Italiana
  • CULINÁRIA
  • ENTREVISTAS
  • MÚSICA
    • Música Italiana
    • Letras de Músicas
  • TURISMO NA ITÁLIA
  • BLOG DO BOTTO
Have an existing account? Sign In
Follow US
.:: Rádio Italiana ::. > Blog > Notícias > Sobrevivente de Auschwitz é ofendida em ato antivacina na Itália
Notícias

Sobrevivente de Auschwitz é ofendida em ato antivacina na Itália

Fabio Botto
Compartilhar
Compartilhar

A senadora italiana Liliana Segre, sobrevivente do campo de extermínio de Auschwitz, foi alvo de insultos durante os protestos de grupos antivacinas em Bolonha, na Itália, contra a apresentação obrigatória do certificado sanitários anti-Covid por todos os trabalhadores dos setores público e privado.

Os militantes acusam Segre de “trair seu passado” ao apoiar o passe sanitário, porque “a liberdade não está à venda” e exigir o documento “é a pior discriminação desde o nazismo”.

https://www.provincia.biella.it/

“Uma mulher que ocupa um lugar que não deveria porque envergonha a sua história e que é Liliana Segre”, disse um dos manifestantes no megafone, acrescentando que a senadora “deveria desaparecer”.

Os manifestantes, que lotaram a piazza Maggiore, ressaltaram também que este “é o dia mais infame da história da República Italiana”. O vídeo do ataque contra Segre viralizou na internet rapidamente e despertou reações de diversos partidos e políticos italianos.

O Partido Democrático (PD), maior legenda de centro-esquerda da Itália, afirmou que “insultar Liliana Segre é exaltar a ignorância, não conhecer a história e apagar as melhores raízes do país”.

A presidente da sigla, Valentina Cuppi, enfatizou que “é arrepiante ouvir palavras como essas gritadas”. “É atroz e perigoso. São uma vergonha”, disse.

Já o Movimento 5 Estrelas (M5S) divulgou uma nota na qual expressa sua “máxima solidariedade a Segre, cujo dramático passado é mais uma vez evocado sem o conhecimento dos fatos”.

“Aproximar as medidas de segurança que o governo implementa para deixar para trás a pandemia do regime nazista é aterrorizante e demonstra o quanto o protesto está superando os limites da razão”, finaliza a nota.

Em julho passado, a sobrevivente do campo de extermínio de Auschwitz chegou a criticar as pessoas que comparam a perseguição aos judeus às regras que buscam incentivar a vacinação contra a Covid-19.

https://www.provincia.biella.it/

Segundo Segre, esse tipo de analogia é uma “loucura” e um “gesto de mau gosto e ignorância”. “É uma época de tamanha ignorância e violência – que nem são mais reprimidas -, que leva a essas distorções. É uma escola na qual os valentões são os mais fortes”.

Desde o início dos protestos contra o certificado sanitário, os grupos antivacinas se comparam a judeus perseguidos pelo nazismo e se dizem vítimas de uma “ditadura”.

Trajetória –

Nascida de uma família laica judia de Milão em 10 de setembro de 1930, Segre tinha apenas 13 anos quando foi deportada para Auschwitz-Birkenau, na Polônia.

Ao chegar ao campo de extermínio, foi separada do pai, com quem não voltaria mais a se reunir. Com o número 75.190 tatuado no braço, a jovem fez trabalhos forçados em uma fábrica de munições e, em janeiro de 1945, participou da chamada “marcha da morte”, a transferência de prisioneiros da Polônia para a Alemanha.

Segre foi libertada em maio daquele mesmo ano pelo Exército soviético e passou a viver com os avós maternos, os únicos sobreviventes da família.

Em janeiro de 2018, após uma vida dando testemunho dos horrores do Holocausto e de sua superação, especialmente para jovens, foi nomeada senadora vitalícia pelo presidente da Itália, Sergio Mattarella.

Você pode se interessar também por ...

Presidente italiano Giorgio Napolitano diz que é preciso sanear as contas, sem prejudicar retomada
Marcha da Paz reúne 100 mil pessoas na Itália
Giorgia Meloni e Matteo Salvini aparecem em vídeo de campanha de Orbán, que busca reeleição
Veleiro italiano Amerigo Vespucci chega no Caribe
Itália admite ter expulsado nove suspeitos de terrorismo
TAGGED:Sobrevivente de Auschwitz é ofendida em ato antivacina na Itália
Compatilhar Este Artigo
Facebook Whatsapp Whatsapp Email Print
Artigos Recentes
Notícias

Festival de Veneza homenageará Rossellini com exibição de obra-prima restaurada

Fabio Botto
Fabio Botto
4 de julho de 2026
Praias italianas estão entre as mais seguras da Europa, aponta estudo
FSSPX diz que excomunhões do Vaticano foram “injustas”
Papa Leão XIV visita Lampedusa e cobra ação da Europa para proteger e integrar migrantes
Giorgia Meloni agradece homenagem da Venezuela a bombeiros italianos e reafirma apoio
Governo eleva número de italianos mortos após terremotos na Venezuela
FUTEBOL ITALIANO: Napoli anuncia Massimiliano Allegri como novo técnico até 2029
Governo italiano destaca “força da amizade” com EUA apesar de divergências
Redentoristas Transalpinos: Novo grupo tradicionalista anuncia ordenação episcopal sem aval de Leão XIV
- Publicidade -
Ad imageAd image

2007 - 2026 © Radio Italiana | UNO

Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?