
A Fraternidade São Pio X respondeu oficialmente ao Dicastério para a Doutrina da Fé e deixou claro: não aceitará um diálogo com condições pré-fixadas nem adiará as sagrações previstas.
Segundo a carta, a divergência com Roma permanece essencialmente doutrinária, sobretudo quanto ao Concílio Vaticano II e seus desdobramentos. A Fraternidade afirma que não pode aceitar como “requisitos mínimos” algo que, em sua consciência, representa ruptura com a Tradição.
O texto também critica o contexto do diálogo, dizendo que a oferta de conversa veio acompanhada de advertências públicas sobre sanções e risco de cisma. Para a Fraternidade, isso compromete a serenidade necessária.
Ao final, declara que não busca privilégios, nem regularização canônica neste momento, mas apenas continuar administrando os sacramentos às almas ligadas à Tradição.



