
O atleta teve sua vida particular espionada pelo clube e pela empresa de telefonia, que tinha acesso total a seus dados telefônicos.
O jogador chegou a pedir um ressarcimento de 12 milhões de euros (cerca de R$ 30,7 milhões) à Telecom e de 9,25 milhões de euros (cerca de R$ 23,7 milhões) à Inter.
Segundo o jogador, ele começou a sofrer de doenças físicas e psicológicas após saber do esquema de espionagem.
Vieri foi controlado sem permissão por cerca de sete meses em suas passagens pela Inter entre 2000/2001 e 2004.




