
O Tribunal também determinou que Tanzi deverá indenizar o Comitê de Credores (que reuniu cerca de 32 mil pessoas atingidas pela quebra da Parmalat) em um total aproximado de € 100 milhões.
Na mesma sentença foram condenados o ex-presidente da Parmalat na Venezuela, Giovanni Bonici (2 anos e seis meses de prisão) e um diretor independente do grupo, Luciano Silingardi (3 anos), que tinham sido absolvidos em primeira instância.
O Tribunal de Milão confirmou também a absolvição de três funcionários do Bank of America (decidida pelo tribunal em dezembro de 2008), partindo do princípio de que o banco desconhecia as atividades ilegais de Tanzi e de outros líderes da Parmalat; e dos diretores Enrico Barachini e Paolo Sciumé.
"Estou desolado e surpreso, porque esperava uma redução da pena", disse Tanzi quando soube da sentença, enquanto seu advogado, Giampiero Biancolella, anunciou que entrará com um recurso junto ao Tribunal de Cassação, a máxima instância judicial do país. (ANSA)




