
O depoimento de Napolitano já havia sido solicitado em outubro de 2013, mas só agora a Justiça acatou o pedido dos procuradores. O presidente será ouvido sobre uma carta de recebeu de seu conselheiro jurídico, Loris D'Ambrosio. Ela foi recebida logo após terem sido reveladas telefonemas entre o conselheiro e o ex-presidente italiano Nicola Mancino sobre a preocupação de D'Ambrosio ser "ingênuo" e de estar sendo "usado como escudo" pelo ex-presidente. O conselheiro morreu em julho de 2012.




