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Rebeldes líbios afirmam que Itália fornecerá armas

Fabio Botto
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O Conselho Nacional de Transição (CNT), órgão político da rebelião líbia, afirmou que a Itália aceitou fornecer armas para os rebeldes que lutam contra Muamar Kadhafi, mas fontes do governo em Roma afirmam que será enviado apenas "material de autodefesa".

"Eles vão nos fornecer armas, e nós vamos recebê-las muito em breve", declarou à imprensa o vice-presidente do CNT, Abdel Hafiz Ghoga.

Ghoga afirmou que oficiais militares do conselho rebelde viajaram à Itália e chegaram a um acordo com autoridades para o fornecimento de armas. Ele não deu detalhes sobre quais armas serão disponibilizadas.

Se confirmado, isso faria da Itália o primeiro país europeu a fornecer armas aos rebeldes, pouco treinados e mal armados, que lideram a luta contra Kadhafi desde o início do levante, em meados de fevereiro.

Em Roma, fontes do ministério das Relações Exteriores afirmaram que a Itália concordou em enviar "material de autodefesa" para os rebeldes após os acordos alcançados em Doha no mês passado no âmbito da Resolução 1973 do Conselho de Segurança da ONU.

As autoridades afirmaram que não serão armas de assalto, mas não deram mais detalhes.

O ministro das Relações Exteriores italiano, Franco Frattini, afirmou no mês passado durante uma visita a Roma do presidente do NTC, Mahmud Jibril, que a Itália estava pensando em enviar "equipamento de visão noturna, radares e tecnologia para bloquear as comunicações".

França, Grã-Bretanha e Itália enviaram, cada um deles, um pequeno número de conselheiros militares para Benghazi para ajudar a organizar a força rebelde.

A Itália afirmou no mês passado que gostaria que a comunidade internacional considerasse o armamento de rebeldes sob a Resolução 1973, que autorizou a utilização de todos os meios para defender os civis.

A secretária americana de Estado, Hillary Clinton, e o primeiro-ministro britânico, David Cameron, disseram acreditar que as resoluções da ONU sobre a Líbia permitem armar os rebeldes.

Mas outros países da aliança da Otan que tentam impor uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia se opuseram ao armamento dos rebeldes.

A Bélgica demonstrou sua reprovação e a Alemanha insistiu que não pode haver uma "solução militar" na Líbia.

O chefe do conselho rebelde afirmou no mês passado que "amigos" já haviam fornecido armas aos insurgentes, sem informar a quais países ele se referia ou quais armas foram entregues.

A Rússia foi um fornecedor tradicional para a Líbia desde os tempos da União Soviética, mas o levantamento de um embargo de armas da União Europeia em 2004 abriu um novo mercado para fornecedores europeus, que correram para o Estado norte-africano rico em petróleo.

O defensor mais eloquente do fim do embargo era a Itália, que rapidamente se tornou um dos principais fornecedores europeus de armas para o regime de Kadhafi antes do levante iniciado em fevereiro.

França, Malta, Alemanha, Grã-Bretanha e Portugal também obtiveram contratos lucrativos de armas com Trípoli.

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