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Ingresso para visitar Fontana di Trevi entra em vigor em fevereiro

A Prefeitura de Roma confirmou que turistas terão de pagar ingresso de dois euros (R$ 12,40) para visitar a Fontana di Trevi, um dos monumentos mais famosos da “cidade eterna”, a partir do dia 2 de fevereiro.

A medida já havia sido anunciada pelo prefeito Roberto Gualtieri em dezembro passado e agora foi formalizada em um comunicado do poder municipal.

“Conforme anunciado em 19 de dezembro, a partir de 2 de fevereiro, entrará em vigor o ingresso a pagamento para turistas e não residentes, que permitirá, ao custo de dois euros, o acesso ao perímetro interno do monumento”, diz a nota.

Moradores da região metropolitana de Roma terão entrada gratuita mediante apresentação de documento de identidade, bem como pessoas com deficiência e acompanhantes, menores de seis anos de idade e guias turísticos.

O ingresso será cobrado entre 11h30 e 22h às segundas e sextas-feiras, e entre 9h e 22h nos outros dias da semana. Excepcionalmente, o horário de cobrança na próxima segunda (2), dia de estreia da iniciativa, será entre 9h e 22h.

Em vista da mudança, a Prefeitura também iniciou a instalação de cercas para proteger o acesso ao perímetro inferior da Fontana di Trevi e orientar as filas de turistas. “Para minimizar o impacto visual das novas cercas e respeitar integralmente os valores históricos e artísticos do conjunto monumental, foram projetados módulos metálicos com um perfil que remete tanto à geometria das silhuetas curvas das colunas de travertino quanto aos perfis lineares das cercas de ferro do século 19 preexistentes”, afirma o comunicado..

O acesso à praça onde fica a fonte mais famosa da Itália continuará liberado para o público, porém quem quiser se aproximar da bacia do monumento terá de pagar ingresso. A expectativa é de que a medida gere uma arrecadação de 6,5 milhões de euros (R$ 40,4 milhões) por ano.

Imortalizada por Anita Ekberg e Marcello Mastroianni no filme “A Doce Vida”, de Federico Fellini, a Fontana di Trevi foi inaugurada em 1762, pelo papa Clemente XIII, e se tornou um dos maiores símbolos de Roma. Nos últimos anos, no entanto, passou a sofrer com os efeitos do turismo predatório, com visitantes tentando entrar na água para se banhar ou praticando atos de vandalismo.

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