O Ministério Público de Roma, na Itália, enviou às autoridades das Maldivas uma carta rogatória internacional no âmbito das investigações sobre a morte de cinco mergulhadores no arquipélago.
O documento solicita cooperação judicial para obtenção de documentos e dos equipamentos utilizados pelos turistas italianos durante a atividade de mergulho.
As autoridades europeias também deverão pedir a liberação da câmera GoPro usada pelo grupo e encontrada dentro da caverna subaquática onde os mergulhadores morreram.
Atualmente, um processo por homicídio culposo tramita no Tribunal de Justiça da capital italiana.
Giuseppe Pugliese, advogado das famílias de Monica Montefalcone e Giorgia Sommacal, mãe e filha que também faleceram no acidente, afirmou que os exames não esclareceram a causa das mortes, uma vez que não foram identificados sinais de lesões ou traumas.
“Para esclarecer completamente o que aconteceu, será necessário aguardar os resultados dos exames toxicológicos, esperados para os próximos dias”, declarou.
As análises das amostras coletadas durante as autópsias poderão ajudar a determinar se houve falha na preparação dos cilindros de mergulho ou se as mortes foram provocadas por falta de oxigênio.




