Com 28 convocados para a Copa do Mundo, a final da Champions League 2025/2026, em Budapeste, terminou com a vitória inédita do Paris Saint-Germain sobre o Arsenal nos pênaltis, após empate em 1 a 1 no tempo regulamentar. É a segunda vez que os bleus conquistam o título europeu, um feito inédito na história do clube.
No primeiro tempo, o Arsenal começou fazendo pressão alta sobre o PSG. Em uma das primeiras tentativas de avanço dos franceses, logo aos 5 minutos, Marquinhos escapou pela direita e soltou um petardo contra o corpo de Trossard, fazendo com que a bola sobrasse livre para Havertz. Com o campo de ataque aberto, o alemão avançou e soltou um canhonaço indefensável contra o gol de Safonov. Em seguida, os britânicos montaram um ferrolho, e dificultou o trabalho de penetração dos adversários, mesmo com quase 70% de posse de bola.
O segundo tempo marcou a volta do PSG ao jogo, favorecido pela abertura do Arsenal. Aos 16 minutos, na entrada da área, Kvaratskhelia recebeu de Dembélé e foi derrubado por Mosquera – pênalti claro. Após uma checagem protocolar, o francês bateu no canto direito de Raya, que pulou para o lado contrário. Os franceses se expuseram muito, colocaram bola na trave, pressionaram e até deram algumas chances para os gunners aproveitarem no contra-ataque, mas Saka matava praticamente todas as tentativas ofensivas dos ingleses. Já na reta final, Barcola, que entrou no segundo tempo, teve duas chances claras, mas não aproveitou. O PSG teve 74% de posse de bola e “goleou” em finalizações: 12 a 1.
A prorrogação foi um jogo de paciência, tanto para quem estava em campo quanto para quem estava assistindo. Salvo algumas tentativas de ambos os lados, foi uma sucessão de bolas rodadas e lançamentos na área.




