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Estudo italiano relaciona choque tóxico em crianças à Covid

Fabio Botto
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A série de relatos de crianças internadas com choque tóxico pode estar ligada à difusão do novo coronavírus (Sars-CoV-2), concluiu uma pesquisa dos médicos do setor de pediatria do hospital Papa Giovanni XXIII de Bergamo, na Itália.

O estudo, publicado na renomada revista científica “The Lancet”, foi baseado na descrição de 10 casos observados entre os meses de fevereiro e abril, sendo que oito dos menores testaram positivo para a Covid-19.

Para os outros dois casos, a pesquisa aponta que podem ser relacionados a resultados “falsos negativos”.

A alta registrada no hospital no número de casos é 30 vezes maior do que o período entre 2015 e 2019. De acordo com a entidade, houve 19 diagnósticos similares à Síndrome de Kawasaki entre 2015 e 2020, sendo que 10 casos foram constatados entre 18 de fevereiro e 20 de abril. A média era de quatro confirmações por ano da doença.

Os pesquisadores informaram outro ponto de destaque nas confirmações deste ano: as crianças apresentaram a doença de maneira mais grave, com mais complicações cardíacas. Por este motivo, os médicos de Bergamo classificaram os casos como “doença similar à Síndrome de Kawasaki, porque os sintomas são diferentes e mais graves do que a patologia conhecida até agora”.

“Estamos começando a ver casos de pacientes que chegam aos hospitais com os sinais da doença de Kawasaki também em outras áreas duramente atingidas pela pandemia, como Nova York e o sul da Inglaterra.

O nosso estudo fornece, pela primeira vez, uma clara evidência de uma ligação entre a infecção da Sars-CoV-2 e essa condição inflamação”, explica o principal autor do trabalho, o médico Lorenzo D’Antiga.

Outra pesquisadora do estudo, Annalisa Gervasoni, ressaltou que a experiência vivida no hospital italiano conta com “uma parcela muito pequena das crianças com Sars-CoV-2 que desenvolve a doença de Kawasaki”.

“Porém, é importante entender as consequências do vírus nas crianças, especialmente agora que os países estão começando a afrouxar as medidas de lockdown”, finaliza a médica. Bergamo é uma das províncias italianas mais afetadas pela pandemia do novo coronavírus no país, com mais de 12,2 mil casos da doença.

No fim de abril deste ano, o Serviço Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido enviou um alerta para hospitais e clínicas do país sobre uma “doença misteriosa” que estava atingindo crianças e que poderia ser relacionada à Covid-19.

Segundo o documento, em três semanas, já havia relato na casa das dezenas de crianças com um “estado inflamatório multissistêmico”, sendo que os pacientes recebiam tratamento para uma forma da síndrome de choque tóxico.

Apesar de não registrar oficialmente mortes da nova doença, o NHS pediu que médicos notificassem o sistema no caso de internação de crianças com os sintomas, como dores e problemas estomacais agudos, problemas cardíacos causados por inflamação das artérias e manchas relacionadas a choques tóxicos.

Após o pedido britânico, os governos da França e também do estado de Nova York, nos Estados Unidos, relataram que crianças foram internadas com sintomas semelhantes à Síndrome em números acima do que é considerado normal.

Essa é a primeira vez que a descobre-se um efeito grave do novo coronavírus em crianças e adolescentes, que são os menos afetados pela doença em todo o mundo.

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