
Já aos políticos e a quem ocupa cargos públicos, será apresentada a Declaração das intenções, um compromisso explícito a ser adotado em suas atividades para "romper o curto circuito deflagrado pelo medo, pelo racismo e pela xenofobia, evitando criar alarmes injustificados e recorrer a generalizações perigosas".
Aos operadores da comunicação será lembrando de se aterem à Carta de Roma, código deontológico que diz respeito aos solicitantes de asilo, refugiados, vítimas da exploração e do tráfico humanos e migrantes, redigido pela Ordem dos
Jornalistas e do FNSI (Sindicato dos jornalistas italianos).
Haverá postos da campanha em numerosas cidades italianas, entre as quais Roma, Milão, Lecce, Florença, Livorno, Nuoro, Reggio Emilia.
As assinaturas coletadas serão entregues ao presidente da República, Giorgio Napolitano, até fins de junho, por ocasião do Dia Mundial do Refugiado instituído pelas Nações Unidas.




