
Battisti foi condenado à revelia (sem o comparecimento do réu ao julgamento para se defender) à prisão perpétua na Itália, sob acusação de ter cometido quatro assassinatos nos anos 1970. Em novembro de 2009, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a extradição de Battisti à Itália, depois de insistentes pedidos e até de recursos à corte por parte do governo italiano.
A decisão se deu por 5 votos a 4. Mas os ministros acrescentaram, na decisão, que a palavra final caberia ao presidente da República. Desde então, Lula tem ignorado o problema. Segundo auxiliares, agora, entretanto, Lula quer abrir o caminho para o seu sucessor, poupando-o de situações constrangedoras ou polêmicas.




