O tempo entre a conclusão da operação policial para imobilizar o marroquino Abderrahim Fakir e a intervenção de socorristas voluntários da Cruz Vermelha Italiana (CRI), que tentaram salvar sua vida, foi “menos de um minuto”.
A informação foi obtida pela agência Ansa com base em fontes próximas à CRI, que garantiram que Fakir, de 42 anos, “ainda apresentava sinais vitais detectáveis quando os voluntários conseguiram se aproximar dele, embora seu estado já parecesse crítico”.
Em comunicado a CRI garantiu que seus voluntários “realizaram manobras de reanimação cardiopulmonar e utilizaram um desfibrilador na tentativa de salvar o paciente”.
A declaração chega após a abertura de um inquérito pelo Ministério Público de Bolonha pelo falecimento de Fakir durante uma intervenção policial. O caso envolve dois agentes das forças de ordem e quatro socorristas da Cruz Vermelha.
Em sua defesa, a ONG afirmou que entregou à Justiça os equipamentos usados na operação de reanimação.
O vice-premiê da Itália e ministro da Infraestrutura e dos Transportes, Matteo Salvini, defendeu tanto a CRI quanto a atuação da polícia.




