
Este salto foi devido principalmente às contas que os italianos pagam de energia e pelo aumento do IVA. O problema é consequência tanto da queda do patamar salarial – que começou em 2009, como de um aumento nos preços, tendência que se reforçou nos últimos meses.
O resultado final deste processo é um declínio do poder aquisitivo dos trabalhadores, especialmente aqueles do setor público.
De acordo com duas associações italianas de consumidores (Federconsumatori e Adusbef), o crescente fosso entre os salários e os preços provocaram uma perda do poder de compra entre € 300 e € 400 para os italianos, que basicamente vivem de seus salários, sem outra fonte de renda.
Este valor equivale à despesa alimentar mensal de uma família típica, disseram as duas associações, observando que "a crise e os planos de ajuste econômico atingiram muito duramente as famílias italianas".




