
O desalojamento aconteceu durante a madrugada, em meio a uma crescente polêmica sobre a presença de imigrantes nas principais estações das maiores cidades do país. Após a ação, as pessoas expulsas se concentraram no lado de fora do edifício, em uma situação de evidente desordem.
Em meio a um intenso fluxo de milaneses e turistas, poucos voluntários se esforçavam para distribuir comida e água entre os solicitantes de refúgio, a maioria deles proveniente do Chifre da África.
"Estamos implantando novas medidas [de acolhimento], enquanto isso, a estação reencontrou a sua dignidade", declarou o prefeito de Milão, Giuliano Pisapia, membro do partido Esquerda, Ecologia e Liberdade (SEL, na sigla em italiano).
A cerca de 100 km por mar da África, a Itália é a principal porta de entrada para imigrantes ilegais na Europa. Atualmente, Roma tenta forçar a União Europeia a aprovar um plano de redistribuição desses estrangeiros por todos os países do bloco.




