
A inflação na Itália avançou 1,5% em fevereiro, na comparação com igual período do ano passado, e 0,7% em relação a janeiro de 2026, de acordo com dados publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (Istat).
O resultado representa uma desaceleração do Índice Nacional de Preços para a Coletividade (NIC), que havia registrado alta anualizada de 1% em janeiro.
De acordo com o Istat, esse movimento se deve sobretudo à evolução dos preços de serviços recreativos, culturais e para o cuidado pessoal, com crescimento de 4,9% na comparação com fevereiro de 2025, e dos serviços de transportes, com avanço de 2,9%.
Os alimentos não manufaturados, com alta de 3,7%, também contribuíram para a aceleração do índice. O único efeito de contenção foi registrado nos preços dos bens energéticos, com deflação de 6,6% na comparação ano a ano.
Já o chamado “carrinho de compras”, espécie de cesta básica da Itália e que inclui alimentos, produtos de limpeza e de higiene, registrou alta anualizada de 2% em fevereiro, contra 1,9% de janeiro. A previsão do Istat é de que a inflação no país encerre 2026 em 1,1%.



